:: wikimiki.org ::
| Família (biologia) |
Família (biologia)Na Biologia, família é uma clade integrada no sistema taxonómico criado por Lineu no século XVIII. A família agrupa um conjunto de géneros, ou de sub-famílias, e está incluida em ordens.
Botânica
ordens (em francês)]]
para a botânica é a categoria de maior importância. Quando está interessado em classificar um material botânico procura-se conhecer a sua família. O nome da família é constituido pelo radical do nome do gênero de maior representatividade (em números ou popularidade) de espécies da família a que pertence, acrescido da terminação "aceae". Exemplo gênero representativo Brassica mais a terminologia "aceae", logo a família será Brassicaceae.
Veja as famílias botânicas descritas na Wikipédia em [http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Fam%C3%ADlias Categoria: Famílias]
Algumas famílias têm a terminação consagrada pelo uso. O quadro abaixo mostra a forma antiga e a forma de acordo com o Código de Nomenclatura, repare na terminação "aceae".
Zoologia
Na classificação científica do reino Animalia, a família adquire a terminação -idae. As sub-famílias têm terminação -inae.
categoria:taxonomia
Categoria:botânica
als:Familie (Biologie)
ms:Famili
Biologia
A biologia é a ciência da vida (do grego bios = vida e logos = estudo). Debruça-se sobre as características e o comportamento dos organismos, a origem de espécies e indivíduos, e a forma como estes interagem uns com os outros e com o seu ambiente. A biologia abrange um espectro amplo de áreas académicas frequentemente consideradas disciplinas independentes, mas que, no seu conjunto, estudam a vida às mais variadas escalas.
A vida é estudada à escala atómica e molecular pela biologia molecular, pela bioquímica e pela genética molecular, ao nível da célula pela biologia celular e à escala multicelular pela fisiologia, pela anatomia e pela histologia. A biologia do desenvolvimento estuda a vida ao nível do desenvolvimento ou ontogenia do organismo individual.
Subindo na escala para grupos de mais que um organismo, a genética estuda como funciona a hereditariedade entre progenitores e a sua descendência. A etologia estuda o comportamento dos indivíduos. A genética populacional trabalha ao nível da população, enquanto que a sistemática trabalha com linhagens de muitas espécies. As ligações de indivíduos, populações e espécies entre si e com os seus habitats são estudadas pela ecologia e pela biologia evolutiva. Uma nova área, altamente especulativa, a astrobiologia (ou xenobiologia) estuda a possibilidade de vida para lá do nosso planeta.
Princípios da biologia
Apesar de, ao contrário da física, a biologia não descrever os sistemas biológicos em termos de objectos que obedecem a leis imutáveis descritas de forma matemática, não deixa de ser caracterizada por um certo número de princípios e conceitos nucleares: universalidade, evolução, diversidade, continuidade, homeostase e interacção.
Universalidade: bioquímica, células e o código genético
Ver: Vida
Existem muitas unidades universais e processos comuns que são fundamentais para todas as formas de vida. Por exemplo, quase todas as formas de vida são constituídas por células que, por sua vez, funcionam segundo uma bioquímica comum baseada no carbono. A exceção à essa regra são os vírus e os príons, que não são compostos por células. Os primeiros assumem uma forma cristalizada inativa e só se reproduzem com o aparelho nuclear das células alvo. Os príons por sua vez, são proteínas auto replicantes-infectantes, que causam a encefalopatia bovina espongiforme (ou "mal da vaca louca" ).
Todos os organismos transmitem a sua hereditariedade através de material genético baseado em ácidos nucleicos, podendo ser ou DNA (Ácido desoxirribonucléico) ou RNA (Ácido ribonucléico), usando um código genético universal. Durante o desenvolvimento o tema dos processos universais está também presente: por exemplo, na maioria dos organismos metazoários, os passos básicos do desenvolvimento inicial do embrião partilham estágios morfológicos semelhantes e envolvem genes similares.
Evolução: o princípio central da biologia
Ver: Evolução
Um dos conceitos nucleares e estruturantes em biologia é que toda a vida descende duma origem comum mediante um processo de evolução. De facto, é uma das razões pelas quais os organismos biológicos exibem a notável similaridade de unidades e processos discutida na secção anterior. Charles Darwin estabeleceu a evolução como uma teoria viável ao enunciar a sua força motriz: a selecção natural. (Alfred Russell Wallace é comummente reconhecido como co-autor deste conceito). A deriva genética foi admitida como um mecanismo adicional na chamada síntese moderna. A história evolutiva duma espécie, que descreve as várias espécies de que aquela descende e as características destas, juntamente com a sua relação com outras espécies vivas, constituem a sua filogenia. A elaboração duma filogenia recorre às mais variadas abordagens, desde a comparação de sequências de DNA no âmbito da biologia molecular ou da genómica até comparação de fósseis e outros vestígios de organismos antigos pela paleontologia. As relações evolutivas são analisadas e organizadas mediante vários métodos, nomeadamente a filogenia, a fenética e a cladística. Os principais eventos na evolução da vida, tal como os biólogos os vêem, podem ser resumidos nesta cronologia evolutiva.
Diversidade: a variedade dos organismos vivos
Apesar da unidade subjacente, a vida exibe uma diversidade surpreendente em termos de morfologia, comportamento e ciclos de vida. A classificação de todos os seres vivos é uma tentativa de lidar com toda esta diversidade, e o objecto de estudo da sistemática e da taxonomia. A taxonomia separa os organismos em grupos chamados taxa, enquanto que a sistemática procura estabelecer relações entre estes. Uma classificação científica deve reflectir as árvores filogenéticas, também chamadas árvores evolutivas, dos vários organismos.
Tradicionalmente, os seres vivos são divididos em cinco reinos:
:Monera -- Protista -- Fungi -- Plantae -- Animalia
Contudo, vários autores consideram este sistema desactualizado. Abordagens mais modernas começam geralmente com o sistema dos três domínios:
:Archaea (originalmente Archaebacteria) -- Bacteria (originalmente Eubacteria) -- Eukaryota
Estes domínios são definidos com base em diferenças a nível celular, como a presença ou ausência de núcleo e a estrutura da membrana exterior. Existe ainda toda uma série de parasitas intracelulares considerados progressivamente menos “vivos” em termos da sua actividade metabólica:
:Vírus -- Viróides -- Priões
Continuidade: a origem comum de toda a vida
Ver: Origem comum
Diz-se que um dado grupo de organismos tem origem comum se têm um ancestral comum. Todos os organismos que existem na Terra descendem dum ancestral comum ou dum pool de genes ancestral. Crê-se que este "último ancestral comum universal”, isto é, o ancestral comum mais recente de todos os organismos, tenha surgido há cerca de 3.5 mil milhões de anos (ver: origem da vida).
A noção de que "toda a vida [advém] de [um] ovo" (do latim "Omne vivum ex ovo"), um conceito fundamental da biologia moderna, significa que há uma continuidade ininterrupta de vida desde a sua origem até ao presente. Até ao século XIX era crença comum que os seres vivos podiam surgir espontaneamente sob certas condições (ver abiogénese). A universalidade do código genético é geralmente considerada uma prova definitiva a favor da teoria da descendência universal comum (UCD: universal common descent) para bactérias, archaea e eucariotas (ver: sistema dos três domínios).
Homeostase: adaptação à mudança
Ver: Homeostase
A homeostase é a propriedade dum sistema aberto de regular o seu ambiente interno de modo a manter uma condição estável mediante múltiplos ajustes dum equilíbrio dinâmico controlados por uma interacção de mecanismos de regulação. Todos os organismos, unicelulares e multicelulares, exibem homeostase. A homeostase pode-se manifestar ao nível da célula, na manutenção duma acidez (pH) interna estável, do organismo, na temperatura interna constante dos animais de sangue quente, e mesmo do ecossistema, no maior consumo de dióxido de carbono atmosférico devido a um maior crescimento da vegetação provocado pelo aumento do teor de dióxido de carbono na atmosfera. Tecidos e órgãos também mantêm homeostase.
Interacção: grupos e ambientes
Todo o ser vivo interage com outros organismos e com o seu ambiente. Uma das razões pelas quais os sistemas biológicos são tão difíceis de estudar é precisamente a possibilidade de tantas interacções diferentes com outros organismos e com o ambiente. Uma bactéria microscópica reagindo a um gradiente local de açúcar está a reagir ao seu ambiente exactamente da mesma forma que um leão está a reagir ao seu quando procura alimento na savana africana. Dentro duma mesma espécie ou entre espécies, os comportamentos podem ser cooperativos, agressivos, parasíticos ou simbióticos. A questão torna-se mais complexa à medida que um número crescente de espécies interage num ecossistema. Este é o principal objecto de estudo da ecologia.
Âmbito da biologia
Ver: Lista de disciplinas da biologia
A biologia tornou-se um campo de investigação tão vasto que geralmente não é estudada como uma única disciplina, mas antes dividida em várias disciplinas subordinadas. Considerámos aqui quatro grandes agrupamentos. O primeiro consiste nas disciplinas que estudam as estruturas básicas dos sistemas vivos: células, genes, etc.; um segundo agrupamento aborda o funcionamento destas estruturas ao nível dos tecidos, órgãos e corpos; um terceiro incide sobre os organismos e o seu ciclo de vida; um último agrupamento de disciplinas foca-se nas interacções. Note-se, contudo, que estas descrições, estes agrupamentos e as fronteiras entre estes são apenas uma descrição simplificada do todo que é a investigação biológica. Na realidade, as fronteiras entre disciplinas são muito fluidas e a maioria das disciplinas recorre frequentemente a técnica doutras disciplinas. Por exemplo, a biologia evolutiva apoia-se fortemente em técnicas da biologia molecular para determinar sequências de DNA que ajudam a perceber a variação genética dentro duma população; e a fisiologia recorre com frequência à biologia celular na descrição do funcionamento dos sistemas de órgãos.
Estrutura da vida
Ver: Biologia molecular, Biologia celular, Genética, Biologia do desenvolvimento
A biologia molecular é o estudo da biologia ao nível molecular, sobrepondo-se em grande parte com outras áreas da biologia, nomeadamente a genética e a bioquímica. Ocupa-se essencialmente das interacções entre os vários sistemas celulares, incluindo a correlação entre DNA, RNA e a síntese proteica, e de como estas interacções são reguladas.
A biologia celular estuda as propriedades fisiológicas das células, bem como o seu comportamento, interacções e ambiente, tanto ao nível microscópico como molecular. Ocupa-se tanto de organismos unicelulares como as bactérias como de células especializadas em organismos multicelulares como os humanos.
Compreender a composição e o funcionamento das células é essencial para todas as ciências biológicas. Avaliar as semelhanças e as diferenças entre os diferentes tipos de células é particularmente importante para estas duas disciplinas, e é a partir destas semelhanças e diferenças fundamentais que emerge um padrão unificador que permite que os princípios deduzidos a partir dum tipo de célula sejam extrapolados e generalizados para outros tipos de célula.
A genética é a ciência dos genes, da hereditariedade e da variação entre organismos. Na investigação moderna, providencia ferramentas importantes para o estudo da função dum gene particular e para a análise de interacções genéticas. Nos [[organismo]]s, a informação genética normalmente está nos [[cromossomas, mais concretamente, na estrutura química de cada uma das moléculas de DNA.
Os genes codificam a informação necessária para a síntese de proteínas que, por sua vez, desempenham um papel essencial, se bem que longe de absoluto, na determinação do fenótipo do organismo.
A biologia do desenvolvimento estuda o processo pelo qual os organismos crescem e se desenvolvem. Confinada originalmente à embriologia, nos nossos dias estuda o controle genético do crescimento e diferenciação celular e da morfogénese, o processo que dá origem aos tecidos, órgãos e à anatomia em geral. Entre as espécies privilegiadas nestes estudos encontram-se o nemátode Caenorhabditis elegans, a mosca-do-azeite Drosophila melanogaster, o peixe-zebra Brachydanio rerio, o rato Mus musculus, e a erva Arabidopsis thaliana.
Fisiologia dos organismos
Ver: Fisiologia, Anatomia
A fisiologia estuda os processos mecânicos, físicos e bioquímicos dos organismos vivos, tentando compreender como as várias estruturas funcionam como um todo. É tradicionalmente dividida em fisiologia vegetal e fisiologia animal, mas os princípios da fisiologia são universais, independentemente do organismo estudado. Por exemplo, informação acerca da fisiologia duma célula de levedura também se aplica a células humanas, e o mesmo conjunto de técnicas e métodos é aplicado à fisiologia humana ou à de outras espécies, animais e vegetais.
A anatomia é uma parte importante da fisiologia e estuda a forma como funcionam e interagem os vários sistemas dum organismo, como, por exemplo, os sistemas nervoso, imunitário, endócrino, respiratório e circulatório. O estudo destes sistemas é partilhado com disciplinas da medicina como a neurologia, a imunologia e afins.
Diversidade e evolução dos organismos
Ver: Biologia evolutiva, Botânica, Zoologia
A biologia evolutiva ocupa-se da origem e descendência das espécies, bem como da sua modificação ao longo do tempo, ou seja, da sua evolução. É uma área heterogénea onde trabalham investigadores oriundos das mais variadas disciplinas taxonómicas, tais como a mamalogia, a ornitologia e a herpetologia, que usam o seu conhecimento sobre esses organismos para responder a questões gerais de evolução. Inclui ainda os paleontólogos que estudam fósseis para responder a questões acerca do modo e do tempo da evolução, e teóricos de áreas como a genética populacional e a teoria evolutiva. Na década de 1990, a biologia do desenvolvimento recuperou o seu papel na biologia evolutiva após a sua exclusão inicial da síntese moderna. Áreas como a filogenia, a sistemática e a taxonomia estão relacionadas com a biologia evolutiva e são por vezes consideradas parte desta.
As duas grandes disciplinas da taxonomia são a botânica e a zoologia. A botânica ocupa-se do estudo das plantas e abrange um vasto leque de disciplinas que estudam o seu crescimento, reprodução, metabolismo, desenvolvimento, doenças e evolução. A zoologia ocupa-se do estudo dos animais, incluindo aspectos como a sua fisiologia, anatomia e embriologia. Tanto a botânica como a zoologia se dividem em disciplinas menores especializadas em grupos particulares de animais e plantas. A taxonomia inclui outras disciplinas que se ocupam doutros organismos além das plantas e dos animais, como, por exemplo, a micologia, que estuda os fungos. Os mecanismos genéticos e de desenvolvimento partilhados por todos os organismos são estudados pela biologia molecular, pela genética molecular e pela biologia do desenvolvimento.
Classificação da vida
O sistema de classificação dominante é conhecido como taxonomia lineana, que inclui conceitos como a estruturação em níveis e a nomenclatura binomial. A atribuição de nomes científicos a organismos é regulada por acordos internacionais como o Código Internacional de Nomenclatura Botânica (ICBN), o Código Internacional de Nomenclatura Zoológica (ICZN), e o Código Internacional de Nomenclatura Bacteriana (ICNB). Um esboço dum código único foi publicado em 1997 numa tentativa de uniformizar a nomenclatura nas três áreas, mas que parece não ter sido ainda adoptado formalmente. O Código Internacional de Classificação e Nomenclatura de Vírus (ICVCN) não foi incluído neste esforço de uniformização.
Interacções entre organismos
Ver: Ecologia, Etologia
A ecologia estuda a distribuição e a abundância dos organismos vivos, e as interacções dos organismos entre si e com o seu ambiente. O ambiente dum organismo inclui não só o seu habitat, que pode ser descrito como a soma dos factores abióticos locais tais como o clima e a geologia, mas também pelos outros organismos com quem partilha o seu habitat. Os sistemas ecológicos são estudados a diferentes níveis, do individual e populacional ao do ecossistema e da biosfera. A ecologia é uma ciência multidisciplinar, recorrendo a vários outros domínios científicos.
A etologia estuda o comportamento animal (com particular ênfase nos animais sociais como os primatas e os canídeos) e é por vezes considerada um ramo da zoologia. Uma preocupação particular dos etólogos prende-se com a evolução do comportamento e a compreensão do comportamento em termos da teoria da selecção natural. De certo modo, o primeiro etólogo moderno foi Charles Darwin, cujo livro The expression of the emotions in animals and men influenciou muitos etólogos.
Principais ramos da Biologia
:Aerobiologia -- Anatomia -- Antropologia -- Astrobiologia -- Biofísica -- Biogeografia -- Biologia Celular -- Biologia Marinha -- Biologia Molecular -- Biônica -- Bioquímica -- Biotecnologia -- Botânica -- Corologia -- Citologia -- Cladística -- Biologia do Desenvolvimento -- Ecologia (Simbiologia, Autoecologia) -- Etologia (Comportamento Animal) -- Evolução (Biologia Evolutiva) -- Fisiologia -- Genética (Genômica, Proteômica) -- Histologia -- Imunologia -- Doenças infecciosas (Patologia, Epidemiologia) -- Limnologia -- Mamalogia -- Microbiologia (Bacteriologia) -- Micologia / Liquenologia -- Neurobiologia -- Oncologia (estudo do câncer) -- Ontogenia -- Paleontologia (Paleobotânica, Paleozoologia) -- Ficologia (ou Algologia) -- Filogenia (Filogenética, Filogeografia) -- Fitopatologia -- Biologia estrutural -- Taxonomia -- Toxicologia (estudos dos tóxicos, venenos e poluição) -- Virologia -- Xenobiologia -- Zoologia; relacionado: medicina homeopatia
História da Biologia
Ver: Biólogos famosos -- História da Biologia
Formado por combinação do grego βίος (bios), que significa vida, e λόγος (logos), que significa palavra, ideia, a palavra biologia no seu sentido moderno parece ter sido introduzida independentemente por Gottfried Reinhold Treviranus (Biologie oder Philosophie der lebenden Natur, 1802) e por Jean-Baptiste Lamarck (Hydrogéologie, 1802). A palavra propriamente dita pode ter sido cunhada em 1800 por Karl Friedrich Burdach, mas aparece no título do Volume 3 da obra de Michael Christoph Hanov Philosophiae naturalis sive physicae dogmaticae: Geologia, biologia, phytologia generalis et dendrologia, publicada em 1766.
Portal de Biologia
- Wikipedia:Portal de Biologia
Glossário de Biologia
Bibliografia de Biologia
- O Gene Egoísta
- A ideia perigosa de Darwin
- A teia da vida
- O renascer da natureza
- A Origem das Espécies
- [http://www.biologo.com.br Biólogo: Portal de biologia]
- [http://www.colegiosaofrancisco.com.br/biologia.html Tópicos de Biologia]
- [http://www.mundosites.net/biologia Sites Temáticos de Biologia]
- [http://www.brasilescola.com/biologia Biologia] - Brasil Escola
- [http://www.suapesquisa.com/biologia Histórico da Biologia]
Categoria:Ciências naturais
Categoria:Ciências exatas
-
als:Biologie
ja:生物学
ko:생물학
ms:Biologi
simple:Biology
th:ชีววิทยา
Lineu
Carlos Lineu (ou Carl von Linné, ou Carolus Linnaeus) (23 de Maio de 1707 em Stenbrohult, na província de Smalandia na Suécia - 10 de Janeiro de 1778) foi o fundador do sistema moderno de classificação científica dos organismos.
Quando criança, Lineu foi criado para ser da Igreja, como seu pai e seu avô materno foram, mas ele tinha muito pouco entusiasmo pela profissão. Seu interesse em Botânica, no entanto, impressionou um médico de sua cidade, e foi mandado para estudar na Universidade de Lund, e transferido para a Universidade de Uppsala depois de um ano.
Durante este tempo, Lineu se convenceu que os estames e pistilos das flores seriam as bases para a classificação das plantas e ele escreveu um curto estudo sobre o assunto que lhe rendeu a posição de professor adjunto. Em 1732, a Academia de Ciências de Uppsala financiou a sua expedição para explorar a Lapônia, então praticamente desconhecida. O resultado disso foi o livro Flora Lapônica, publicado em 1737.
Depois disso, Lineu se mudou para o continente. Enquanto estava na Holanda ele conheceu Jan Frederick Gronovius e lhe mostrou o rascunho de seu trabalho em Taxonomia, o Sistema Natural. Nele, as desajeitadas descrições usadas anteriormente - physalis amno ramosissime ramis angulosis glabris foliis dentoserratis - haviam sido substituídas pelos concisos e hoje familiares nomes "Gênero-espécie" - Physalis angulata - e níveis superiores eram construídos de uma maneira simples e ordenada. Embora esse sistema, nomenclatura binomial, tenha sido criado pelos irmãos Bauhin, Lineus é afamado por tê-lo popularizado.
1737]
Lineus nomeou os taxa em formas que lhe pareciam pessoalmente do senso-comum, por exemplo, seres humanos são Homo sapiens (veja "sapiência"), mas ele também descreveu uma segunda espécie humana, Homo troglodytes ("homem das cavernas", nome dado por ele ao chimpanzé, hoje em dia mais comumente colocado em outro gênero, como Pan troglodytes). O grupo "mammalia" é nomeado por suas glândulas mamárias porque uma das definições de mamíferos é que eles amamentam seus filhotes (dentre todas as diferenças entre os mamíferos e outros animais, Lineus deve ter escolhido esta por suas idéias sobre a importância da maternidade. Ele também fez campanha contra a prática de mães de leite, declarando que mesmo aristocratas deveriam ter orgulho de amamentar os próprios filhos.).
Em 1739, Lineu se casou com Sara Morea, filha de um médico. Ele conseguiu a cadeira de Medicina em Uppsala dois anos depois, logo a trocando pela cadeira de Botânica. Ele continuou a trabalhar em suas classificações, extendendo-as para o reino dos animais e dos minerais. A última parte pode parecer estranha, mas a teoria da Evolução ainda não existia - e na verdade, o luterano Lineu ficaria horrorizado com ela - e portanto Lineu estava apenas tentando categorizar o mundo natural de uma forma conveniente. Ele foi sagrado cavaleiro em 1755, recebendo o nome de Carl Von Linné.
O jardim botânico original de Lineu ainda pode ser visto em Uppsala. Ele também originou a prática de se usar os glifos de ♂ - (lança e escudo) Marte e ♀ - (espelho de mão) Vênus como símbolos de macho e fêmea.
Lineu também foi instrumental no desenvolvimento da escala Celsius (então chamada centígrada) de temperatura, invertendo a escala que Anders Celsius havia proposto, a qual tinha o 0° como ponto de ebulição da água e o 100° como o ponto de congelamento.
Sua figura pode ser encontrada nas actuais notas suecas de 100 krona.
Lineu foi um dos fundadores da Real Academia Sueca de Ciências, e faleceu em 10 de janeiro de 1778.
- [http://www.linnaeus.uu.se/LTeng.html Linnaeus Botanical Garden]
- Biografias de Lineu:
- [http://www.systbot.uu.se/history/linnaeus.html University of Uppsala],
- [http://www.linnean.org/html/history/linnaeus_biography.htm The Linnean Society of London] e
- [http://www.ucmp.berkeley.edu/history/linnaeus.html University of California Museum of Paleontology]
categoria:Cientistas da Suécia
ja:カール・フォン・リンネ
ko:칼 폰 린네
zh-min-nan:Carolus Linnaeus
Género
- Gênero (sociedade) ou Género (sociedade) refere-se a questões de identificação social em relação ao sexo
- Gênero (biologia) ou Género (biologia) refere-se a características biológicas.
- Gênero (matemática) ou Género (matemática) para o uso do termo em matemática.
- Gênero musical ou Género musical é o estilo de uma composição em música.
- Gênero (gramática) ou Género (gramática) para o uso do termo em gramática.
Categoria: Desambiguação
Brassicaceae
Brassicaceae - brassicáceas (ou, como também eram antes designadas, as Cruciferae - crucíferas) é uma família botânica composta por 350 gêneros e 3200 espécies. São plantas de grande importância para a alimentação humana e produção de óleos e gorduras vegetais. São cultivadas praticamente no mundo todo, entre elas destaca-se o gênero Brassica, nativa da Europa, que compreende todos os repolho, couve, nabo e mostarda
Informações Botânicas
Folhas e Hábito
Folhas basais rosuladas e as caulinares alternas, glabras ou pilosas. São ervas anuais ou perenes, ou subarbustos, em geral, com a parte subterrânea fusiforme.
Flores
Flores andrógenas, actinomórfas, com pétalas amarelas, violáceas ou albas, em número de 4, dispostas em forma de cruz, com as sépalas alternadas entre elas. Androceu tetradínamo. Ovário súpero, bicarpelar, com 2 ou mais óvulos; estigma terminal, bilobado ou capitado.
Fruto
Fruto síliqüa de alinear a oblongo.
Gêneros
Acanthocardamum, Aethionema, Agallis, Alliaria, Alyssoides, Alysopsis, Alyssum, Ammosperma, Anastatica, Anchonium, Andrzeiowskia, Anelsonia, Aphragmus, Aplanodes, Arabidella, Arabidopsis, Arabis, Arcyosperma, Armoracia, Aschersoniodoxa, Asperuginoides, Asta, Atelanthera, Athysanus, Aubretia, Aurinia, Ballantinia, Barbarea, Beringia, Berteroa, Berteroella, Biscutella, Bivonaea, Blennodia, Boleum, Boreava, Bornmuellera, Borodinia, Botscantzevia, Brachycarpaea, Brassica, Braya, Brayopsis, Brossardia, Bunias, Cakile, Calepina, Calymmatium, Camelina, Camelinopsis, Capsella, Cardamine, Cardaminopsis, Cardaria, Carinavalva, Carrichtera, Catadysia, Catenulina, Caulanthus, Caulostramina, Ceratocnemum, Ceriosperma, Chalcanthus, Chamira, Chartoloma, Cheesemania, (Cheiranthus=Erisymum), Chlorocrambe, Chorispora, Christolea, Chrysobraya, Chrysochamela, Cithareloma, Clastopus, Clausia, Clypeola, Cochlearia, Coelonema, Coincya, Coluteocarpus, Conringia, Cordylocarpus, Coronopus, Crambe, Crambella, Cremolobus, Crucihimalaya, Cryptospora, Cuphonotus, Cusickiella, Cycloptychis, Cymatocarpus, Cyphocardamum, Dactylocardamum, Degenia, Delpinophytum, Descurainia, Diceratella, Dichasianthus, Dictyophragmus, Didesmus, Didymophysa, Dielsiocharis, Dilophia, Dimorphocarpa, Diplotaxis, Dipoma, Diptychocarpus, Dithyrea, Dolichirhynchus, Dontostemon, Douepea, Draba, Drabastrum, Drabopsis, Dryopetalon, Eigia, Elburzia, Enarthrocarpus, Englerocharis, Eremobium, Eremoblastus, Eremodraba, Eremophyton, Ermania, Ermaniopsis, Erophila, Erucaria, Erucastrum, Erysimum, Euclidium, Eudema, Eutrema, Euzomodendron, Farsetia, Fezia, Fibigia, Foleyola, Fortuynia, Galitzkya, Geococcus, Glaribraya, Glastaria, Glaucocarpum, Goldbachia, Gorodkovia, Graellsia, Grammosperma, Guiraoa, Gynophorea, Halimolobos, Harmsiodoxa, Hedinia, Heldreichia, Heliophila, Hemicrambe, Hemilophia, Hesperis, Heterodraba, Hirschfeldia, Hollermayera, Hornungia, Hornwoodia, Hugueninia, Hymenolobus, Iberis, Idahoa, Iodanthus, Ionopsidium, Irenepharsus, Isatis, Ischnocarpus, Iskandera, Iti, Ivania, Kernera, Kremeriella, Lachnocapsa, Lachnoloma, Lanhedgea, Leavenworthia, Lepidium, Lepidostemon, Leptaleum, Lesquerella, Lignariella, Lithodraba, Lobularia, Lonchophora, Loxostemon, Lunaria, Lyocarpus, Lyrocarpa, Macropodium, Malcolmia, Mancoa, Maresia, Mathewsia, Matthiola, Megacarpaea, Megadenia, Menkea, Menonvillea, Microlepidium, Microsysymbrium, Microstigma, Morettia, Moricandia, Moriera, Morisia, Murbeckiella, Muricaria, Myagrum, Nasturtiopsis, (Nasturtium=Rorippa), Neomartinella, Neotchihatchewia, Neotorularia, Nerisyrenia, Neslia, Neuontobotrys, Notoceras, Notothlaspi, Ochthodium, Octoceras, Olimarabidopsis, Onuris, Oreoloma, Oreophyton, Ornithocarpa, Orychophragmus, Otocarpus, Oudneya, Pachycladon, Pachymitus, Pachyphragma, Pachypterygium, Parlatoria, Parodiodoxa, Parolinia, Parrya, Parryodes, Pegaeophyton, Peltaria, Peltariopsis, Pennellia, Petiniotia, Petrocallis, Phaeonychium, Phlebolobium, Phlegmatospermum, Phoenicaulis, Physaria, Physocardamum, Physoptychis, Physorrhynchus, Platycraspedum, Polyctenium, Polypsecadium, Pringlea, Prionotrichon, Pritzelago, Pseuderucaria, Pseudoarabidopsis, Pseudocamelina, Pseudoclausia, Pseudofortuynia, Pseudovesicaria, Psychine, Pterygiosperma, Pterygostemon, Pugionium, Pycnoplinthopsis, Pycnoplinthus, Pyramidium, Quezeliantha, Quidproquo, Raffenaldia, Raphanorhyncha, Raphanus, Rapistrum, Reboudia, Redowskia, Rhizobotrya, Ricotia, Robeschia, Rollinsia, Romanschulzia, Roripella, Rorippa, Rytidocarpus, Sameraria, Sarcodraba, Savignya, Scambopus, Schimpera, Schivereckia, Schizopetalon, Schlechteria, Schoenocrambe, Schouwia, Scoliaxon, Selenia, Sibara, Silicularia, Sinapidendron, Sinapis, Sisymbrella, sisymbriopsis, Sisymbrium, Smelowskia, Sobolewslia, Sohms-Laubachia, Sophiopsis, Sphaerocardamum, Spirorhynchus, Spryginia, Staintoniella, Stanfordia, Stanleya, Stenopetalum, Sterigmostemum, Stevenia, Straussiella, Streptanthella, Streptanthus, Streptoloma, Stroganowia, Stubebdorffia, Subularia, Succowia, Synstemon, Synthlipsis, Taphrospermum, Tauscheria, Teesdalia, Teesdaliopsis, Tetracme, Thelypodiopsis, Thelypodium, Thlaspeocarpa, Thlaspi, Thysanocarpus, Trachystoma, Trichotolinum, Trochiscus, Tropidocarpum, Turritis, Vella, Warea, Weberbauera, Werdermannia, Winklera, Xerodraba, Yinshania, Zerdana, Zilla.
Referências
- [http://delta-intkey.com/angio/www/crucifer.htm Brassicaceae] in [http://delta-intkey.com/angio/ L. Watson and M.J. Dallwitz (1992 onwards). The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, information retrieval.] http://delta-intkey.com
- [http://delta-intkey.com/angio/www/crucifer.htm Watson and Dallwitz] 05 de fevereiro de 2005.
Categoria:Botânica
Categoria:Brassicales
Categoria:Plantas
ja:アブラナ科
Animalia |
|
|
|