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Arbórea
Árvore é uma planta permanentemente lenhosa de grande porte. Por grande porte, embora não existe uma definiçã precisa, costuma-se entender uma altura mínima de 6 m na maturidade. As árvores têm ramos secundários, o que as distingue das palmeiras, portanto apenas as gimnospermas e angiospermas dicotiledôneas lenhosas são chamadas árvores. As palmeiras são angiospermas monocotiledôneas.
Entre outros atributos, as árvores se caracterizam por ter raiz pivotante, caule lenhoso do tipo tronco, que forma ramos bem acima do nível do solo. Os arbustos, além do menor porte, podem exibir ramos desde junto ao solo.
Comparadas com outras formas vegetais, árvores e palmeiras vivem longo tempo. Algumas, como sequóias e jequitibás, vivem milhares de anos. Uma sequóia pode chegar a 100 m de altura.
Classificação
Muitas ordens e famílias botânicas têm árvores entre seus representantes, portanto as árvores têm grande variedade de formas de copa, folha, flro, fruto, estruturas reprodutivas, tipo de madeira, que são inclusive usados na identificação da espécie.
As árvores primitivas foram semambaias e cavalinhas arbóreas do Carbonífero. As samambaias arbóreas ainda existem, como o xaxim. No Triássico apareceram coníferas, ginkgos, cicas e outras gimnospermas, e no Cretáceo apareceram as angiospermas (plantas com flores).
Um pequeno grupo de árvores crescendo juntas forma um bosque, e um ecossistema complexo formado por várias espécies de árvores e outros vegetais é uma floresta. Muitos biótopos são caracterizados pelas árvores que os formam, como é o caso da mata de pinhais do sul do Brasil, e da floresta tropical pluvial. Já o cerrado e as savanas do mundo todo são campos salpicados aqui e ali por árvores xerófitas.
Morfologia
A árvore é formada por raiz, caule e ramos, e folhas. O caule tem, além dos tecidos de suporte, o xilema e floema, para transportar substâncias.
Principais gêneros de árvores
(árvores de folhas largas ou de madeira dura)
- Anacardiaceae (família do caju)
- caju, Anacardium occidentale
- manga, Mangifera indica
- pistache, Pistacia vera
- Sumac, espécies de Rhus
- Laca, Toxicodendron verniciflua
- Annonaceae (família da [fruta-do-conde]])
- [[Cherimóia Annona cherimola
- Bignoniaceae (família do ipê)
- Fabaceae (família do feijão)
- Acacia, espécies de Acacia
- pau-brasil, Caesalpinia echinata
- Lauraceae (família do louro)
- abacate Persea americana
- Lecythidaceae
- castanha-do-pará Bertholletia excelsa
- Malvaceae
- cacau Theobroma cacao
- Myrtaceae
- goiaba, Psidium guajava
- Rubiaceae
- café, espécies de Coffea
- Rutaceae (família da arruda)
- Citrus, espécies de cítricos
- Arecaceae (Palmae) (família das palmeiras)
- coco Cocos nucifera
- tâmara, Phoenix dactylifera
- Poaceae (família das gramas family)
- bambus Poaceae subfamília Bambusoideae
- Note que as bananeiras não são árvores: não são lenhosas nem têm troco permanente.
- Araucariaceae (família da araucária)
Ginkgos (Ginkgophyta)
- Ginkgo, Ginkgo biloba
Cicas (Cycadophyta)
O adjetivo relativo às árvores é arbóreo.
Referências
- FERREIRA; Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira. p. 144
- Esau, Katherine, Anatomy of seed plants.
Veja também
- agrofloresta
- bonsai
- lista de árvores
- madeira
-
Categoria:Botânica
Categoria:Plantas
ja:?
ms:Pokok
simple:Tree
th:??????
LenhosaÉ um caule resistente com aspecto de madeira.
Categoria:Botânica
Palmeira
Palmeira pode ser:
- Palmeira - cidade no Paraná, Brasil
- Palmeira - cidade em Santa Catarina, Brasil
- Palmeira - freguesia no concelho de Braga, Portugal
- Palmeira - freguesia no concelho de Santo Tirso, Portugal
- Palmeira - localidade no distrito da Manhiça, Moçambique
- Palmeira - um tipo de planta perene
- Palmeira d'Oeste - cidade em São Paulo
Você pode também estar à procura dos parónimos Palmeiras ou Palmira.
Angiosperma
As Angiospermas ou angiospérmicas, (das palavras gregas que significam sementes escondidas) - as plantas com flores - agrupadas na Divisão Magnoliophyta ou Anthophyta, do grupo das Espermatófitas, são o maior e mais moderno grupo de plantas, englobando cerca de 230 mil espécies.
As principais características das Angiospermas incluem óvulos e grãos de pólen encerrados em folhas modificadas inteiramente fechadas sobre eles, respectivamente o carpelo e a antera. Estes órgãos podem encontrar-se juntos ou separados em estruturas especializadas, as flores. Estas por sua vez são normalmente providas de um cálice (as sépalas) e uma corola (as pétalas), que têm a função de proteger os órgãos reprodutivos, ao mesmo tempo que podem atrair insetos polinizadores pelo seu colorido intenso, seu perfume, ou suas formas diferenciadas.
Quando os carpelos são fertilizados e seus óvulos fecundados, desenvolve-se a semente em uma estrutura fechada, o fruto. Os frutos podem ser secos e capsulares, ou carnosos, e sua estrutura está ligada ao tipo de dispersão a que as sementes são submetidas. Angio significa proteção, e sperma significa semente. Desta forma, as Angiospermas são aquelas plantas cujas sementes estão protegidas, encerradas em um fruto pelo menos até o momento da sua maturação.
As Angiospermas dividem-se tradicionalmente em duas grandes classes:
- Dicotiledôneas (ou Dicotyledoneae, ou Magnoliopsida), representada por uma imensa variedade de vegetais, inclusive as leguminosas, magnólias, margaridas e ipês; e
- Monocotiledóneas (ou Monocotyledoneae, ou Liliopsida), que incluem lírios, bromélias, palmeiras e orquídeas
- [http://delta-intkey.com/angio/ L. Watson and M.J. Dallwitz (1992 onwards). The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, information retrieval.]
- http://delta-intkey.com
- [http://www.colegiosaofrancisco.com.br/site/angiosperma/angio_menu.html Angiosperma (Português)]
Categoria:Biologia
Categoria:Botânica
ja:被子植物門
ms:Angiosperm
LenhosaÉ um caule resistente com aspecto de madeira.
Categoria:Botânica
Angiosperma
As Angiospermas ou angiospérmicas, (das palavras gregas que significam sementes escondidas) - as plantas com flores - agrupadas na Divisão Magnoliophyta ou Anthophyta, do grupo das Espermatófitas, são o maior e mais moderno grupo de plantas, englobando cerca de 230 mil espécies.
As principais características das Angiospermas incluem óvulos e grãos de pólen encerrados em folhas modificadas inteiramente fechadas sobre eles, respectivamente o carpelo e a antera. Estes órgãos podem encontrar-se juntos ou separados em estruturas especializadas, as flores. Estas por sua vez são normalmente providas de um cálice (as sépalas) e uma corola (as pétalas), que têm a função de proteger os órgãos reprodutivos, ao mesmo tempo que podem atrair insetos polinizadores pelo seu colorido intenso, seu perfume, ou suas formas diferenciadas.
Quando os carpelos são fertilizados e seus óvulos fecundados, desenvolve-se a semente em uma estrutura fechada, o fruto. Os frutos podem ser secos e capsulares, ou carnosos, e sua estrutura está ligada ao tipo de dispersão a que as sementes são submetidas. Angio significa proteção, e sperma significa semente. Desta forma, as Angiospermas são aquelas plantas cujas sementes estão protegidas, encerradas em um fruto pelo menos até o momento da sua maturação.
As Angiospermas dividem-se tradicionalmente em duas grandes classes:
- Dicotiledôneas (ou Dicotyledoneae, ou Magnoliopsida), representada por uma imensa variedade de vegetais, inclusive as leguminosas, magnólias, margaridas e ipês; e
- Monocotiledóneas (ou Monocotyledoneae, ou Liliopsida), que incluem lírios, bromélias, palmeiras e orquídeas
- [http://delta-intkey.com/angio/ L. Watson and M.J. Dallwitz (1992 onwards). The families of flowering plants: descriptions, illustrations, identification, information retrieval.]
- http://delta-intkey.com
- [http://www.colegiosaofrancisco.com.br/site/angiosperma/angio_menu.html Angiosperma (Português)]
Categoria:Biologia
Categoria:Botânica
ja:被子植物門
ms:Angiosperm
Raiz
A raiz é o órgão da planta que tipicamente se encontra abaixo da superficie do solo. Tem duas funções principais: servir como meio de fixação ao solo e como órgão absorvente de água e nutrientes. Quase sempre subterrânea, há, no entanto, plantas dotadas de raízes especiais, como as figueiras com as suas raízes aéreas, e as plantas epífitas.
Estrutura e função
Nas Pteridófitas, as raízes se desenvolvem nos primeiros estágios do desenvolvimento do esporófito, quando ainda preso ao gametófito. Nas plantas com sementes, raízes têm origem no embrião. O precursor da raiz no embrião, a radícula, é o primeiro órgão a se desenvolver no ato da germinação da semente. Nas Dicotiledôneas, esta raiz primordial desenvolve-se e torna-se a raiz principal, da qual a maior parte do sistema radicular é derivado. Já em Monocotiledôneas, a radícula se degenera, e todas as raízes brotam a partir da base do caule, conhecidas neste caso como raízes adventícias (este brotamento de raízes no próprio caule também é comum em muitas espécies de Dicotiledôneas, como as figueiras, clúsias, e o mague-vermelho).
Nas Angiospermas, é possível distinguir anatomicamente as raízes de caules subterrâneos por aquelas apresentarem xilema na parte mais externa do cilindro vascular e floema na mais interna, quando no caule essa configuração é inversa. Além disso, as raízes não apresentam gemas foliares, que estão presentes nos caules.
Outra característica é a presença da coifa, uma estrutura semelhante a um capuz nas extremidades das raízes, que protegem o meristema conta danos causados pelo atrito com o substrato. A coifa é um revestimento de células mortas produzidas pelo próprio meristema. Alguns associam a coifa ao geotropismo positivo das raízes, pois detectaram em suas células grande quantidade de grãos de amido, que se depositam de acordo com a gravidade. Estes grãos orientariam o posicionamento das células em relação ao centro da Terra, fazendo com que as raízes tendessem a crescer para baixo.
Além da coifa, muitas raízes produzem mucilagem, que lubrifica a passagem do meristema à medida em que este avança pela terra, facilitando seu crescimento. Em alguns casos, essa muscilagem é tóxica para outras plantas, impedindo seu crescimento próximo à planta e diminuindo, assim, a competição por espaço, água e nutrientes.
Certas figueiras podem, por vezes, germinar sobre outras árvores. Incapazes de absorver a matéria orgânica presente nos galhos do hospedeiro, como as epífitas, essas figueiras produzem raízes longas e finas que crescem em direção ao solo. Uma vez firmes, essas raízes se engrossam e produzem novas raízes secundárias, que, aos poucos, envolvem a árvore hospedeira. A figueira continua a crescer em volta da árvore até que suas raízes apertem seu tronco e destrua seu sistema vascular. Desta forma, a figueira assume o lugar da árvore onde originalmente germinou.
Em algas e briófitas não há raízes propriamente ditas. Nas primeiras, podem ocorrer apressórios, prolongamentos da base do talo com a função de fixação no substrato. Nas últimas, existem pêlos absorventes responsáveis por algumas funções desempenhadas pelas raízes, mas não passam de uma série de células dispostas em sequência.
Utilidades para o Homem
Algumas raízes são comestíveis, como a cenoura, o ginseng, o nabo e o rabanete. Estas raízes não devem ser confundidas com tubérculos como a batata, nem bulbos como a cebola, pois estes são caules subterrâneos, e não raízes.
Algumas raízes são consideradas medicinais (como o próprio ginseng). Um grupo brasileiro chegou a pesquisar, em 1979, os efeitos anti-cancerígenos das raízes de Ternstroemia brasiliensis, uma Theaceae.
Categoria:Botânica
ja:根
ms:Akar
LenhosaÉ um caule resistente com aspecto de madeira.
Categoria:Botânica
Solo
Em agricultura e geologia, solo é a camada que recobre as rochas. É constituído de proporções e tipos variáveis de minerais (formados por intemperismo da rocha subjacente, a rocha-mãe) e de húmus (matéria orgânica decomposta por ação de organismos do solo). Também se refere, de modo mais restrito (especialmente na agricultura), à camada onde é possível desenvolver-se a vida vegetal. O nome técnico para o solo, em geologia, é manto de intemperismo, e ele se localiza logo acima da litosfera.
É no solo que se desenvolve a maior parte da vida terrestre, fluvial, lacustre e marítima. As criaturas, bem como o vento e as águas, são os agentes de formação e modificação do solo.
A maior parte dos solos têm entre 1 e 1,5 metro de profundidade.
Os solos são estudados, dentro da Geologia, por uma ciência chamada pedologia, que classifica os solos da Terra pela composição e fertilidade. A composição do solo determina seu pH, fator importante na fisiologia vegetal.
Ao analisar o solo, considera-se sua fisionomia física antes de estudar a composição química. Nesta análise visual inicial, se distingue os horizontes do solo, detectando-se a translocação de argilas e matéria orgânica pela cor e consistência. Depois recolhe-se amostras que serão analisadas para determinar a composição em areia (grossa e fina), argila e limo. Essas partículas se distinguem primeiro pelo tamanho, mas suas propriedades são diferentes, por exemplo, as argilas adsorvem partículas.
Durante décadas se supôs que a fertilidade do solo fosse fator de sua composição química, exclusivamente. Atualmente se intensifica o estudo dos microrganismos do solo, após o reconhecimento de sua importância par a agricultura. Aproximadamente 95% da microfauna do solo é desconhecida.
Categoria:Geologia
Categoria:Agricultura
ja:土
Sequóia
A sequóia pertence à espécie Sequoia sempervirens (D. Don) Endl., família Cupressaceae (alguns autores podem ainda classificá-la na família das Taxodiaceae, que entretanto, foi substancialmente alterada, após novos dados filogenéticos) . É uma conífera nativa da América do Norte, especialmente no lado oeste dos Estados Unidos.
Sem dúvida, o grande destaque para esta espécie se deve ao seu porte. Uma sequóia pode viver por milênios, e ao final deste tempo ultrapassar os 100 metros de altura, e algumas dezenas de circunferência à altura do peito. Alguns indivíduos nos Estados Unidos possuem troncos de cor avermelhada, tão robustos que pôde-se escavar túneis para a passagem de carros em suas bases. Outra característica da espécie, além do porte, é o tamanho relativamente curto de seus ramos laterais, concentrados na região apical da árvore, e as folhas estreitas distribuídas disticamente no ápice dos ramos.
Tem sido plantada na região Sul do Brasil, principalmente para fins ornamentais.
Categoria:Árvores
Categoria:Cupressaceae
JequitibáEste artigo é sobre o município de Minas Gerais. Para a ávore com o mesmo nome vá a Jequitibá (árvore).
Jequitibá é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2004 era de 5.234 habitantes.
categoria:Municípios de Minas Gerais
Ordem (biologia)Categoria taxonômica constituida por um conjunto de Famílias, pela botânica é hierarquicamente inferior à Classe. É estabelecida por características filogenéticas mais do que as da Divisão e Classe.
É também uma categoria toxonômica do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica, estando abaixo de classe e acima de família, podendo haver também super-ordens e sub-ordens, entre classe e família respectivamente.
categoria:taxonomia
Categoria:botânica
Carbonífero
Na escala de tempo geológico, o Carbonífero ou Carbónico é o período da era Paleozóica do éon Fanerozóico que está compreendido entre 359 milhões e 200 mil e 299 milhões de anos atrás, aproximadamente. O período Carbonífero sucede o período Devoniano e precede o período Permiano, ambos de sua era. Divide-se nas épocas Mississippiana e Pennsylvaniana, da mais antiga para a mais recente.
- Os graptólitos dendróides extinguem-se no Carbónico inferior - o grupo desaparace.
- Geologia
- Paleontologia
Categoria:Escala de tempo geológico
ja:石炭紀
Triássico
Na escala de tempo geológico, o Triássico é o período da era Mesozóica do éon Fanerozóico que está compreendido entre 251 milhões e 199 milhões e 600 mil anos atrás, aproximadamente. O período Triássico sucede o período Permiano da era Paleozóica de seu éon e precede o período Jurássico de sua era. Divide-se nas épocas Triássica Inferior, Triássica Média e Triássica Superior, da mais antiga para a mais recente.
Durante o Triássico, surgem os primeiros dinossauros, bem como mamíferos ovíparos.
- Geologia
- Paleontologia
Categoria:Escala de tempo geológico
ja:三畳紀
ko:트라이아스기
Conífera
As coníferas são as plantas gimnospérmicas da divisão Coniferophyta (ou Pinophyta), na sua maior parte árvores, mas também arbustos escandentes, presentes nas regiões tropicais e temperadas do planeta, onde são a principal componente da flora alpina. São os vegetais capazes de viver mais tempo. Entre os pinheiros da Califórnia, há exemplares com mais de 4.600 anos. No Hemisfério Norte, as coníferas formam extensos bosques em zonas de clima rigoroso que não podem ser povoadas por outras árvores.
Exemplos de coníferas são as árvores do género Pinus, como os pinheiros da europa (P. pinaster, P. pinea, P. sylvestris, etc.), os abetos, os chamaciparis, as sequóias, os cedros, os ciprestes, as araucárias (pinheiros-do-paraná), etc. As sequóias da Califórnia são consideradas gigantes por sua altura e robustez, uma vez que chegam a medir mais de 100 m de altura e podem viver mais de 3.000 anos.
Morfologia
As folhas da maior parte das coníferas são agulhas longas e finas, mas as Cupressaceae e algumas Podocarpaceae têm folhas em forma de escama. Os estomas encontram-se em linhas ou manchas nas folhas e podem fechar-se quando o tempo está demasiado seco ou frio. As folhas são geralmente verdes escuras o que ajuda a absorver o máximde de energia do fraco calor solar das altas latitudes ou por baixo das copas duma floresta. Na maior parte dos géneros, as folhas são persistentes, geralmente conservando-se por vários anos antes de cairem.
A súber das sequóias pode atingir a espessura de 50 cm.
Reprodução
A maior parte das coníferas são monóicas, mas algumas são subdióicas ou mesmo dióicas. No entanto, em geral os órgãos masculinos e femininos encontram-se em estruturas separadas, chamadas estróbilos (também chamados cones ou pinhas, no caso dos pinheiros).
Nas Pinaceae, Araucariaceae, Sciadopityaceae e na maioria das Cupressaceae, os cones são lenhosos e, quando amadurecem, as escamas geralmente abrem para libertar as sementes, que podem ser dispersas pelo vento ou por animais. Noutras espécies, como os abetos, os cones podem desintegrar-se e, ainda noutras, os cones são carnudos e comidos pelos animais, que libertam as sementes com as suas fezes. Os cones maduros podem permanecer na planta durante longos períodos como, por exemplo, em certas espécies de pinheiros que estão adaptados a fogos regulares, as sementes podem ficar dentro dos cones fechados até 60-80 anos, sendo libertadas apenas quando um fogo mata a árvore.
2:http://en.wikipedia.org/upload/3/35/English_Yew_close_250.jpg
O arilo é um cone extremamente modificado de muitas espécies das famílias Podocarpaceae, Cephalotaxaceae, Taxaceae e de uma espécie de Cupressaceae (Juniperus), que evoluiu no sentido da dispersão das sementes pelos animais.
Os cones masculinos têm estruturas chamadas microsporângios que produzem um pólen amarelado, que é geralmente levado pelo vento até aos cones femininos. Os grãos de pólen das coníferas actuais produzem tubos polínicos como a maioria das angiospermas, onde se dá a meiose para a fertilização do gametófito feminino. O zigoto desenvolve-se num embrião que, em conjunto com o seu tegumento, se transforma numa semente.
Os esporângios femininos localizam-se em órgãos de forma cônica, chamados pinhas, frequentemente cobertos por escamas endurecidas (carpelos). As escamas encaixam-se perfeitamente umas nas outras e só se abrem depois da fecundação, para liberar a semente. As pinhas são as flores femininas, (por vezes podem ser outras estruturas, diferentes de pinhas, como gálbulas, entre outras menos comuns).
Classificação e filogenia das gimnospérmicas
semente
Tradicionalmente, a divisão Pinophyta incluía todas as gimnospermas, mas este agrupamento seria polifilético por incluir plantas distintas como as cicadófitas e o Ginkgo, que têm uma filogenia diferente das coníferas.
A divisão contém apenas uma classe, Pinopsida, que já esteve dividida em duas ordens, Pinales e Taxales, mas estudos genéticos recentes mostraram que estes dois grupos são um clade monofilético. No entanto, estão descritas outras classes e ordens de coníferas extintas, particularmente das eras Mesozóica e Paleozóica superior.
Curiosidades
Os seres vivos mais altos, mais corpulentos e mais velhos que existem na Terra pertencem às pinófitas. O mais alto é uma sequóia com uma altura de 112,34 m. O mais corpulento é uma outra sequoia que tem um volume de 1486,9 m3. A árvore com o maior diâmetro do tronco é um cipreste de Montezuma, com 11,42 m de diâmetro e a mais velha é um pinheiro com 4,700 anos.
Apesar do número total de espécies de coníferas seja relativamente pequeno, elas têm uma imensa importância ecológica, uma vez que são as plantas dominantes em vastas áreas da terra, principalmente nas florestas boreais, mas também em montanhas com clima semelhante em regiões temperadas ou tropicais.
Muitas coníferas produzem resina para proteger a árvore da infestação por insectos ou fungos. O âmbar é resina fossilizada.
Muitas espécies destas árvores têm um grande valor económico, principalmente para a produção de madeira.
Categoria:Botânica
Recursos exteriores à Wikipédia
[http://www.biomania.com.br/botanica/gimnosperma.php Biomania Brasil]
categoria:coníferas
ja:針葉樹
GimnospermaAs gimnospérmicas ou gimnospermas são plantas vasculares com sementes. O termo provém das palavras gregas "gimnos" = "nu" e "spermos" = "semente". Este termo é aplicado porque as sementes destas plantas não estão encerradas num ovário como acontece nas angiospérmicas): as sementes das gimnospérmicas estão, por seu lado, desprotegidas, inseridas em escamas que formam uma estrutura mais ou menos cónica (pinha).
As gimnospérmicas já foram consideradas uma Divisão do Reino Plantae, mas recentemente descobriu-se que este agrupamento era polifilético. Actualmente, consideram-se as plantas anteriormente classificadas como gimnospérmicas nas seguintes Divisões:
- Pinophyta - os pinheiros e plantas semelhantes;
- Cycadophyta - as Cycas, Encephalatos, etc.;
- Gnetophyta - o Gnetum; e
- Gingkophyta (ou Ginkgoales) - o Gingko.
Categoria:Botânica
Temos aqui as principais características das gimnospermas:
-São os pinheiros, ciprestes e sequéias;
-Tem raís, caule, folhas, sementes;
-Não apresentam frutos;
-Sua estruura reprodutiva é o estróbito (pinha);
-Existe a planta masculina e feminina.
- [http://www.biomania.com.br/botanica/gimnosperma.php Biomania Brasil]
- [http://www.ucmp.berkeley.edu/seedplants/seedplantssy.html Univ.California, Berkeley - Seed Plants]
ja:裸子植物
Cretáceo
Na escala de tempo geológico, o Cretáceo ou Cretácico é o período da era Mesozóica do éon Fanerozóico que está compreendido entre 145 milhões e 500 mil e 65 milhões e 500 mil anos atrás, aproximadamente. O período Cretáceo sucede o período Jurássico de sua era e precede o período Paleogeno da era Cenozóica de seu éon. Divide-se nas épocas Cretáceo Inferior e Cretáceo Superior, da mais antiga para a mais recente.
Durante o Cretáceo, os dinossauros alcançam seu ápice, mas ao fim do período acaba ocorrendo a extinção dos dinossauros. É no mesmo período que surgem os mamíferos placentários primitivos.
- Geologia
- Paleontologia
Categoria:Escala de tempo geológico
ja:白亜紀
Bosque
Bosque é uma denominação para certas formações florestais. Diferencia-se da floresta pelo facto de as copas das árvores não formarem uma cobertura contínua - isto é, as árvores encontram-se mais afastadas.
Categoria:Botânica
ja:森林
simple:Forest
BiótopoEm Ecologia, um biótopo é uma região que apresenta uniformidade de ambiente e de populações animais e vegetais, das quais é o habitat.
Categoria:Ecologia
ja:ビオトープ
AmazôniaA Amazônia (ou Amazónia) é uma região na América do Sul, definida pela bacia do rio Amazonas e coberta em grande parte por floresta tropical (que também é chamada Floresta Equatorial da Amazônia ou Hiléia Amazônica). A floresta estende-se por nove países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. No Brasil, para efeitos de governo e economia, a Amazônia é delimitada por uma área chamada Amazônia Legal.
É chamado também de Amazônia o bioma que, no Brasil, ocupa 49,29% do território, sendo o maior bioma terrestre desse país, onde é constituída pelos ecossistemas:
ecossistema]
- floresta ombrófila densa (a chamada Floresta Amazônica)
- floresta ombrófila aberta
- floresta estacional decidual e semidecidual
- campinarana
- formações pioneiras
- refúgios montanos
- savanas amazônicas
- matas de terra firme
- matas de várzea
- matas de igapós
Estes ecossistemas estão distribuídos em 23 eco-regiões, abrangendo os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e pequena parte do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.
Inclui também zonas de transição com os biomas vizinhos, cerrado, caatinga e pantanal.
O nome Amazônia deriva de amazonas, as legendárias guerreiras que figuravam já na mitologia grega. Segundo a lenda, as amazonas pertenciam a uma tribo (comandada por Hipólita) que não aceitava homens: as crianças de sexo masculino eram mortas ao nascer. Amazona significa sem seio, em grego, porque a lenda também dizia que essas mulheres cortavam o seio para melhor manejar os arcos. A lenda foi transportada para a América do Sul pelos conquistadores espanhóis, pioneiros na exploração do Rio Amazonas que, ao se depararem com índias guerreiras (em contraste com a cultura européia, na qual a mulher tinha apenas funções domésticas), acreditaram terem finalmente encontrado as amazonas.
Há ainda a lenda do Eldorado e do lago Parima, que supostamente estaria ligado à fonte da juventude. Essa lenda provavelmente liga-se à existência real do Lago Amacu, que tinha uma pequena ilha coberta de xisto micáceo, material que produz forte brilho ao ser iluminado pelo Sol e que produzia a ilusão de riquezas para o europeu.
Uma área de seis milhões de hectares no centro da bacia, incluindo o Parque nacional do Jaú, foi considerada pela UNESCO, em 2000 (com extensão em 2003), Patrimônio da Humanidade.
O rio e a bacia hidrográfica
Artigo principal: rio Amazonas
Veja também: Bacia do rio Amazonas
A floresta
Artigo principal: Floresta Amazônica
A floresta ou hiléia amazônica é a maior floresta tropical pluvial do mundo. Possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas, situadas a aproximadamente 50 metros do solo.
A dificuldade para a entrada de luz pela abundância de copas faz com que a vegetação rasteira seja muito escassa na Amazônia, bem como os animais que habitam o solo e precisam dessa vegetação rasteira. A maior parte da fauna amazônica é composta de animais que habitam as árvores. Não existem animais de grande porte, como nas savanas.
O solo amazônico é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes. Apesar disso, a flora e fauna mantêm-se, em virtude do estado de equilíbrio (clímax) atingido pelo ecossistema. O aproveitamento de recursos é ótimo, havendo mínimo de perdas. Um exemplo claro disso está na distribuição acentuada de micorrizas pelo solo, que garantem às raízes uma absorção rápida dos nutrientes que escorrem a partir da floresta, com as chuvas. Também forma-se no solo uma camada de decomposição de folhas, galhos e animais mortos, que rapidamente são convertidos em nutrientes e aproveitados antes da lixiviação.
Abaixo de uma camada inferior a um metro, o solo passa a ser arenoso e com poucos nutrientes. Por isso e por conta da disponibilidade quase ilimitada de água, as raízes das árvores são curtas, e o processo de sustentação é feito também com base na escora das árvores umas nas outras.
Experiências de colonização
Floresta Amazônica
A grosso modo, as experiências de colonização da Amazônia brasileira podem ser divididas em três fases:
- durante o período colonial, os jesuítas instalaram missões na região, que visavam inicialmente à catequese dos índios, mas também à exploração das chamadas drogas do sertão. Também foram desenvolvidas algumas tentativas (desastrosas) de cultivo baseado em padrões europeus, o que promoveu esgotamento dos solos e colheitas muito irregulares.
- já na República, houve o ciclo da borracha, nos primeiros anos do século XX: com o desenvolvimento do setor automotivo e de bens industriais que dependiam da borracha, o látex amazônico foi explorado intensamente por empresas nacionais e multinacionais. O ciclo terminou quando a produção no Sudeste Asiático tornou-se mais barata que a amazônica.
- nos últimos 50 anos o governo brasileiro vem tentando integrar o território amazônico com uma série de iniciativas que recebem muitas críticas dos especialistas e da comunidade internacional; inclusive algumas experiências de agricultura em modelo europeu e a instalação da Zona Franca de Manaus, um parque industrial em meio à floresta.
Internacionalização da Amazônia
Para o economista Aluízio Lins Leal, da Universidade Federal do Pará (UFPA), a Amazônia também já está internacionalizada pelo capital. “Hoje não se internacionaliza como antes, com guerras. Hoje o capital tem uma plasticidade tamanha que uma guerra é internacionalizada por meio do controle das economias dos países em desenvolvimento. E aqui na Amazônia o núcleo estratégico da economia regional está todo nas mãos do capital multinacional”, disse em entrevista recente ao Boletim da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB).
Unidades de Conservação
Além deste, o SNUC contém várias unidades de conservação nos vários estados da Amazônia. Entre as de proteção integral existem mais 10 Parques Nacionais (além do Jaú), e 8 Reservas biológicas, e outros tipos de unidades.
Entre as unidades de uso sustentável, estão as Reservas extrativistas. Os programas de uso sustentável são em grande número, desenvolvidos por ONGs em parceria com o poder público e com as próprias populações tradicionais, acostumadas ao uso sustentado dos recursos naturais. Surgem iniciativas como a Escola da Floresta, no Acre, para formar técnicos em floresta e agrofloresta.
Veja também
- Sistema Nacional de Unidades de Conservação
- Sistema de Vigilância da Amazônia
- Amazônia Legal
Fontes
- [http://www.usp.br Revista da USP], número especial sobre a Amazônia
Páginas externas
- [http://www.inpa.gov.br Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)], órgão do governo brasileiro encarregado de coordenar as pesquisas na Amazônia
- [http://www.sivam.gov.br SIVAM], sistema de vigilância da Amazônia
- [http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/meioamb/ecossist/amazon/ Ministério das Relações Exteriores]
- [http://www.ibama.gov.br/ecossistemas/amazonia.htm IBMA: ecossistema Amazônia]
- [http://geocities.yahoo.com.br/vida_sustentavel/amazonia.html Amazônia: eco-regiões e unidades de proteção integral]
- [http://whc.unesco.org/pg.cfm?cid=31&id_site=998 UNESCO - Património Mundial - Central Amazon Conservation Complex]
- [http://www.wcmc.org.uk/protected_areas/data/wh/jau.html Protected Areas Programme - Jaú National Park]
Categoria:Florestas
categoria:Patrimônio Mundial da UNESCO
categoria:biomas terrestres
Categoria:Ecologia do Brasil
CerradoCerrado é um domínio fitogeográfico do tipo savana que ocorre no Brasil. Está presente nos Estados de Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo,Roraima e no Distrito Federal e ocupa cerca de 22% do território brasileiro.
O cerrado exibe uma enorme biodiversidade vegetal e animal, patrimônio ameaçado pelo crescimento das monoculturas, como a soja, a pecuária extensiva e a carvoaria.
Característica
As savanas do Brasil são uma vegetação que tem diversas variações fisionômicas, pelas grandes áreas que ocupam do território brasileiro.Com 2 milhões de quilômetros quadrados a extemsão da área do cerrado só perde para a da floresta amazônica.
Nas regiões onde o cerrado predomina, o clima é quente e há periódos de chuva e de seca, com incêndios espontâneos ocorrendo no periódo da seca.
A vegetação, em sua maior parte, é semelhante à da savana, com gramíneas, arbustos e árvores esparsas. As árvores tem caules retorcidos e raízes longas, que permitem a absorção da água - disponível nos solos do cerrado abaixo de 2 metros de profundidade, mesmo durante a estação seca.
Dependendo de sua concentração e condições de vida do lugar, pode apresentar mudanças diferenciadas denominadas de Cerradão, Campo Limpo e Cerrado, intercalado por formações de florestas, várzeas, campos rupestres e outros.
Quem quizer fotos de cerrado mande um e-mail para: jjmanriquefranco@hotmail.com
Ou adicione o nick no GBS: jjmanrique
Cerrado Sentido Amplo (lato senso)
Campo Limpo (vegetação)
Campo Sujo
Campo Cerrado
Cerrado Sentido Restrito (stricto senso)
Cerrado Rupestre
Cerradão
Mata Seca ou Mata Mesofítica
Mata de Galeria
Mata Ciliar
Vereda
Parque Cerrado
Categoria:Geografia do Brasil
Categoria:Ecologia
Categoria:Ambiente
categoria:Biomas terrestres
Xilema
Em botânica, chama-se xilema ao tecido das plantas vasculares por onde circula a água com sais minerais dissolvidos - a seiva bruta - desde a raiz até às folhas. Nas árvores, o xilema é o constituinte da madeira ou lenho.
O termo é derivado do grego "ξύλον" (ou xylon) = "madeira".
O tecido das plantas vasculares que transporta a seiva elaborada, já com as substâncias orgânicas produzidas nos órgãos verdes, chama-se floema.
As células do xilema, chamadas traqueídeos, são células cilíndricas, alongadas e com numerosos poros, tanto nas paredes laterais, como nas apicais. A parede celular das células do xilema encontra-se reforçada com lenhina, um composto químico produzido apenas pelas plantas, que as torna impermeáveis. Quando se encontram totalmente formadas, estas células perdem todo o citoplasma (tornam-se células mortas) e funcionam como vasos condutores da seiva, não só na direcção vertical, mas também para os tecidos circundantes.
A seiva bruta sobe pelo xilema devido a três processos:
- Osmose - a solução existente no solo é mais diluída que o citosol das células da raiz e, por essa razão, a água com sais minerais dissolvidos entra nas células, enchendo os vacúolos e criando pressão radicular que, por sua vez, "empurra" a solução através dos vasos;
- Capilaridade - o pequeno diâmetro dos vasos do xilema ajuda a água a subir ao longo do caule;
- Força de sucção - causada pela transpiração realizada ao nível das folhas e epiderme, em geral.
O xilema primário é produzido pelo meristema apical, ao mesmo tempo que o caule ou ramo se alonga. Nas plantas perenes, para além do xilema primário, o câmbio vascular produz para o lado interior do caule o xilema secundário, formado alternadamente por células de paredes finas, quando as condições ambientais de temperatura e humidade são favoráveis, e células mais espessas. A deposição dessas camadas dá lugar aos anéis de crescimento que se observam num corte transversal dum tronco.
Este xilema secundário só é produzido pelas plantas lenhosas; as monocotiledóneas, mesmo quando são perenes, não apresentam crescimento secundário.
Recursos exteriores à Wikipédia
- [http://www.biomania.com.br/botanica/tecidosvegetais.php Biomania - tecidos vegetais]
- [http://www.ucmp.berkeley.edu/seedplants/seedplantsmm.html Univ.California, Berkeley - morfologia das plantas vasculares]
Referência
- Campbell, Neil A. e Jane B. Reece (sem data) Biology, 6ª ed., Benjamin Cummings.
Categoria:Botânica
categoria:histologia
ja:木部
FloemaEm botânica, o floema é o tecido das plantas vasculares encarregado de levar a seiva elaborada pelo caule até à raiz e aos órgãos de reserva.
Nas árvores e outras plantas com crescimento secundário, o floema é parte do córtex ou "casca primária" e o termo floema deriva da palavra grega para "casca".
O floema é formado por células alongadas, cilíndricas, formadas pelo meristema apical (nas extremidades do caule ou dos ramos), ou pelo câmbio vascular que forma o floema secundário da sua porção externa. Estas células são vivas quando jovens mas, quando maduras, apresentam o citoplasma reduzido a uma fina camada ao longo da membrana celular e as suas funções vitais são asseguradas por células companheiras. Nessa altura, as paredes de separação entre as células estão presentes, mas apresentam numerosos crivos, que criam uma comunicação entre o interior de uma célula com o interior da célula seguinte.
A seiva elaborada, que é uma solução aquosa de substâncias orgânicas, é transportada através do floema desde os órgãos da planta com capacidade fotossintética até aos outros órgãos que funcionam como consumidores dessas substâncias, nomeadamente, os meristemas, as células do interior do caule, da raiz, das flores, dos frutos e dos órgãos de reserva - que podem estar dispersos dentro do caule e da raiz, mas que podem estar especializados, como os tubérculos e rizomas.
O fluxo da seiva no floema é realizado por transporte activo das moléculas nutritivas das células onde elas são produzidas ou armazenadas para as células do floema. Este processo causa uma pressão osmótica mais elevada dentro dos canais do floema, que obriga à entrada de água das células vizinhas, criando assim o fluxo da seiva. Quando a seiva elaborada chega às células que vão utilizar as moléculas nutritivas, o transporte dessas moléculas através das membranas é realizado no sentido inverso.
Recursos exteriores à Wikipédia
- [http://www.biomania.com.br/botanica/tecidosvegetais.php Biomania - tecidos vegetais]
- [http://www.ucmp.berkeley.edu/seedplants/seedplantsmm.html Univ.California, Berkeley - morfologia das plantas vasculares]
Referência
- Campbell, Neil A. e Jane B. Reece (sem data) Biology, 6ª ed., Benjamin Cummings.
Categoria:Botânica
categoria:histologia
Global SundayGlobal Sunday was the name of a Canadian television newsmagazine, which aired Sunday evenings on the Global Television Network. The program was launched in September, 2001, with Charles Adler as host. Run separately from the rest of Global's news division, the program often reflected the political views of Global's founder, Israel Asper and the Asper family.
As a rare, right-wing voice in Canadian television, the show developed a loyal audience, and was broadcast weekly from studios in Calgary, the cultural hotbed of Canadian conservatism. Despite retaining close ties to the Aspers, the feisty Adler lasted as host for only one season.
He was replaced on an interim basis by Troy Reeb, Ottawa correspondent for Global, who flew each week to Calgary for the broadcast. In early 2003, Global named a permanent host in Danielle Smith, an editorial writer for the Calgary Herald, who continued the program's right-wing tradition. Under Reeb and Smith, ratings continued to grow, with Global advertising the program as the "most watched news magazine in Canada."
With the death of Israel Asper in October, 2003, followed by the launch of Global National weekend newscasts in February, 2005, the program lost its coveted early-evening timeslot. Ratings and resources both dwindled, and the decision was made in August, 2005, to cancel Global Sunday.
In addition to investigative reporting and interviews, the program also featured The Final Round, a political debate segment featuring former Liberal Party president Stephen LeDrew and conservative firebrand Ezra Levant.
External Link
- [http://www.canada.com/national/globalsunday/index.html Global Sunday]
Category:News television series in Canada
Category:Global network shows
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| :: RELATED NEWS :: |
Hvid Fredløs
Hvid fredløs (Lysimachia clethroides) er en løvfældende staude med en opret, stiv vækst. Skuddene er lysegrønne og glatte, og bladene sidder spredt. De er bredt elliptiske og helrandede. Begge sider er lysegrønne og glatte. Blomstringen begynder først i juli, men den varer helt ind i september. Blomsterne sidder samlet i endestillede aks, og hver blomst er snehvid. Planten danner – endnu – ikke modent frø i Danmark, men erfaringer fra USA og Canada tyder på, at den med tiden kan komme efter det og blive endda særdeles besværlig.
;Ikke-synlige træk
Rodnettet
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Lysimachia clethroides
Hvid fredløs (Lysimachia clethroides) er en løvfældende staude med en opret, stiv vækst. Skuddene er lysegrønne og glatte, og bladene sidder spredt. De er bredt elliptiske og helrandede. Begge sider er lysegrønne og glatte. Blomstringen begynder først i juli, men den varer helt ind i september. Blomsterne sidder samlet i endestillede aks, og hver blomst er snehvid. Planten danner – endnu – ikke modent frø i Danmark, men erfaringer fra USA og Canada tyder på, at den med tiden kan komme efter det og blive endda særdeles besværlig.
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Indlandsklitter med Lyng og Visse
Typen opstår på flyvesand, når det danner indlandsklitter. Dette sand stammer fra udvaskede istidsaflejringer inde i landet, så derfor er jorden meget fattig på kalk og næringsstoffer. Til gengæld betyder det varme og tørre klima, at specielle arter for særligt gunstige leveforhold.
De typiske planter på denne naturtype er:
- Engelsk Visse (Genista anglica)
- Hedelyng (Calluna vulgaris)
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Valutategn
I angivelser af beløb i forskellige valutaer anvendes ofte deciderede valutategn istedet for valutaens fulde navn eller en specifik valutakode.
Notation
Når man skriver beløb, er placeringen af valutategnet forskelligt. Nogle placerer valutategnet foran beløbet (for eksempel i USA: $1.00) og andre efter (for eksempel i Tyskland: 1€). Før valutaerne Read More... |
Generisk valutategn
Det generiske valutategn ( ¤ ) er et typografisk tegn, der anvendes for en valuta istedet for et mere specifikt valutategn eller en specifik valutakode.
Det generiske valutategn findes ikke i ASCII-tegnsættet, men det repræsenteres i Unicode som U+00A4 og skrives i
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Sun-tsu
Sun tzu, også skrevet som: Sun-Tsu, Sun Tse, Sunzi, Sun Zi (på sin egen tid blev han kaldt Sun-Wu), levede omkring år 500 f.Kr. i den kinesiske stat Wu. Han var general og militærstrateg.
Hans bog "Krigskunst" bliver anset for at være det tidligste værk om strategi og er end
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Dommeren
Dommeren er en dansk film fra 2005.
- Manuskript Mikael Olsen.
- Instruktion Gert Fredholm.
Blandt de medvirkende kan nævnes:
- Peter Gantzler
- Nastja Arcel
- Lars Lunøe
- Jesper Lohmann
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Sonja - 16 år
Sonja - 16 år er en dansk film fra 1969.
- Manuskript Hans Abrahamsen efter en roman af Johannes Allen.
- Instruktion Hans Abrahamsen.
Blandt de medvirkende kan nævnes:
- Gertie Jung
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- Jeanne Darville
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På'en igen Amalie er en dansk film fra 1973.
- Manuskript Charlotte Georg og Ole Georg.
- Instruktion Preben Kaas.
Blandt de medvirkende kan nævnes:
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- Karen Lykkehus
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Pigen og drømmeslottet
Pigen og drømmeslottet er en dansk film fra 1974.
- Manuskript Finn Henriksen efter en roman af Erik Nerløe.
- Instruktion Finn Henriksen.
Blandt de medvirkende kan nævnes:
- Lisbet Dahl
- Lars Høy
- Paul Hagen
- Karl Stegger
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