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Brasil

Brasil

A República Federativa do Brasil é o maior e mais populoso país da América Latina, e o quinto maior do mundo. Sua área total é de 8.514.200,5 km². Localiza-se na parte central e nordeste da América do Sul. Suas fronteiras ao Norte são com a Venezuela, a Guiana, o Suriname e com o departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; tem costas ao Nordeste, Leste e Sudeste no Oceano Atlântico. Ao Sul, faz fronteira com o Uruguai; a Sudoeste, com a Argentina e o Paraguai; a Oeste, com a Bolívia e o Peru, e a Noroeste, com a Colômbia. Os únicos países sul-americanos que não fazem fronteira com o Brasil são o Chile e o Equador. Bem além do território continental, o Brasil também possui alguns pequenos grupos de ilhas no Oceano Atlântico: Penedos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha, e Trindade e Martim Vaz. Há também um complexo de pequenas ilhas e corais chamado Atol das Rocas.

História

Para obter mais detalhes, veja História do Brasil Originalmente habitado por ameríndios (aproximadamente de 3 a 5 milhões) o território que hoje pertence ao Brasil, além do restante da América do Sul, já estava dividido entre duas potências européias, Portugal e Espanha antes mesmo de seu descobrimento oficial. O Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, foi um importante acordo para a definição da futura fronteira do Brasil, que dividia o continente de norte a sul, desde o atual estado do Pará até a cidade de Laguna (Santa Catarina), sendo muito alterada posteriormente, com a expansão portuguesa para o oeste. Oficialmente, o descobridor foi Pedro Álvares Cabral, tendo avistado terra em 21 de abril e chegado à atual Porto Seguro (BA) em 22 de Abril de 1500. A ocupação efetiva se deu a partir de 1532, com a fundação de vila de São Vicente, por Martim Afonso de Sousa. Ao longo do século XVI, foi-se ensaiando a escravidão, inicialmente a dos indígenas, e só a partir das últimas décadas a do africano. Ainda nesse século deve-se ressaltar as primeiras tentativas de exploração do interior, bem como as disputas com os Franceses, que procuravam aumentar sua influência na América, através da pirataria e do comércio do Pau-Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, gerando uma guerra luso-francesa na recente colônia, culminando com a expulsão do general Coligny do forte de Villegagnon e o estabelecimento definitivo da hegemonia da coroa portuguesa. O século XVII vê um grande desenvolvimento da agricultura, baseada na escravatura, do tabaco e especialmente da cana-de-açúcar na Bahia, Pernambuco, e mais tardiamente no Rio de Janeiro. As expedições chamadas de Entradas e Bandeiras dos paulistas, descobriram o ouro, pedras preciosas em Minas Gerais e ervas no sertão. As colônias nordestinas foram ocupadas pelos holandeses em 1624, e entre 1630 e 1654, principalmente sob o comando de Maurício de Nassau, sendo ao final expulsos na batalha de Guararapes. Nessa época foi fundado o quilombo de Palmares, por Zumbi, líder guerreiro, e que congregava milhares de negros fugidos dos engenhos de cana do nordeste brasileiro e alguns brancos e índios. Este mini-reino foi finalmente destruído, não sem uma resistência heróica e violenta, pelos bandeirantes portugueses comandados por Domingos Jorge Velho, tendo seu líder sido morto e decapitado (segundo a tradição não-oficial, Zumbi teria conseguido fugir). No século XVIII, ainda que a produção do açúcar não tenha perdido sua importância, as atenções da Coroa se concentravam na região das Minas gerais onde se tinha descoberto ouro. Este, entretanto, esgota-se antes do final do século. Após a Independência (7 de setembro de 1822), o Brasil se torna uma monarquia constitucional, mantendo a base de sua economia no trabalho escravo. Este é lentamente substituído pela imigração alemã, italiana e polonesa. O surto de modernização continua com o fim da escravidão (1888), à época quase dispensável, e da monarquia, no ano seguinte. A República que então se instaura em 15 de novembro de 1889, dominada por oligarquias estaduais que se sustentavam através de eleições "fraudadas", dura até 1930. Nesse ano, Getúlio Vargas comanda uma revolução que o coloca no poder até 1945, incluindo uma ditadura de inspirações fascistas desde 1937. Após a derrubada de Getúlio Vargas e a promulgação de uma Constituição em 1946, o país vive a fase mais democrática que já experimentara, embora abalada por fatos como o suicídio de Vargas em 1954, presidente eleito desde 1951. Em janeiro de 1956, tomou posse o novo presidente Juscelino Kubitschek, ex-governador de Minas Gerais, que inicia um período de industrialização do país. Em 1961 assume a presidência da república o populista Jânio Quadros, tendo como vice-presidente João Goulart que não era do mesmo partido (havia eleições para presidente e para vice-presidente, não em uma chapa de presidente e vice-presidente). Com a renúncia de Jânio Quadros em 25 de agosto de 1961 e após um período de instabilidade política e da campanha que ficou conhecida como "legalidade" patrocinada pelo cunhado de João Goulart, o governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola, Goulart assume a presidência e propõe um conjunto de reformas que ficaram conhecidas como as "reformas de base", que incluíam distribuição de renda, reforma agrária e outras medidas de cunho socialista. Inicia-se um período de instabilidade política e atritos entre o governo e os militares conservadores. Leonel Brizola O golpe militar de 31 de Março de 1964 derruba Goulart e instaura uma ditadura que coloca no poder o general Castello Branco. Seu governo é sucedido respectivamente pelos governos militares dos generais Arthur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo. A volta à democracia se inicia após uma maciça movimentação popular na campanha das Diretas-Já em 1984. Em 1985, concorrendo com Paulo Maluf, Tancredo Neves ganha uma eleição indireta no Colégio Eleitoral. Tancredo não chega a tomar posse vindo a falecer e José Sarney toma posse em 1985. Sob o governo de José Sarney, promulga-se a Constituição de 1988, que institui uma república presidencial, confirmada em plebiscito em 21 de Abril de 1993. Em 1989, o ex-governador das Alagoas Fernando Collor, praticamente desconhecido no resto do país, é eleito presidente, nas primeiras eleições diretas àquele cargo desde 1960. Após 2 anos o governo sofre com diversas denúncias e é instaurado um processo de afastamento no congresso. Em uma tentativa de não sofrer o afastamento, Fernando Collor renuncia mas acaba punido com a perda de seus direitos políticos e seu vice, Itamar Franco, toma posse. O governo de Itamar Franco introduz o Plano Real, um plano econômico executado pelo então ministro da fazenda, Fernando Henrique Cardoso, inédito no mundo e que debelou décadas de inflação. Com o sucesso do Plano Real, Fernando Henrique Cardoso, centro-direita, concorre e é eleito presidente em 1994 conseguindo a reeleição em 1998, em aliança com forças da direita tradicional. Após os oito anos do governo considerado neoliberal de Fernando Henrique Cardoso, em 2002 é eleito presidente da República o ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, do tradicionalmente esquerdista PT.

Geografia

PT Para mais detalhes, veja Geografia do Brasil Sua geografia é diversificada, com paisagens semi-áridas, montanhosas, de planície tropical, subtropical, com climas variando do seco sertão nordestino ao chuvoso clima tropical equatorial, ao frio da região sul, com clima subtropical e geadas. Seu povo é o resultado da miscigenação de diferentes raças e culturas, com influências tanto dos ameríndios, moradores originais do continente, como dos europeus, e dos africanos que foram trazidos como escravos. Além destes, participam também os povos asiáticos, mas de influência mais limitada. A imigração foi incentivada pelo governo no final do século XIX, após a abolição da escravatura, para compor a mão-de-obra que iria trabalhar nas lavouras de café e nas nascentes indústrias. Houve forte fluxo de emigrantes para a região Sudeste (Italianos, Espanhóis, Portugueses) e para a região Sul (Alemães, Poloneses, Eslavos). Outros surtos imigratórios, causados por fatores externos, trouxeram Judeus, Japoneses e Sul-Americanos em geral. Esta miscigenação é responsável, em parte, pelo fato do Brasil ser reconhecido como um dos países mais abertos e tolerantes às diferenças culturais. Pessoas das mais diferentes origens, raças e credos convivem lado a lado, sem tensões sociais, contribuindo para uma cultura rica e diversificada.

Geologia

A estrutura geológica de um território corresponde as diversas formas de organização de suas rochas, considerando, principalmente, idade e origem das mesmas. As ciências da Terra, como a Geologia e a Geomorfologia, consideram que a estrutura geologica é composta de três domínios estruturais: os crátons ou plataformas estruturais, as bacias sedimentares e as cadeias orogênicas ou orógenos (oro= montanha; gênese= formação).O Brasil possui terrenos geológicos muito antigos e bastante diversificados, dada sua extensa área territorial. Não existem, entretanto, cadeias orogênicas modernas, datadas do Mesozóico, como os Andes, os Alpes e o Himalaia. Eis a razão pela qual a modéstia de altitudes é uma das características principais da geomorfologia brasileira. Raros são os pontos em que o relevo ultrapassa dois mil metros de altitude, sendo que as maiores altitudes isoladas encontram-se na fronteira norte do país, enquanto as maiores médias regionais estão na Região Sudeste, notadamente nas fronteiras de Minas Gerais e Rio de Janeiro. As rochas mais antigas integram áreas de escudo cristalino, representadas pelos crátons: Amazônico, Guianas, São Francisco, Luís Alves/Rio de La Plata, acompanhado por extensas faixas móveis proterozóicas. Da existência destes crátons advém outra característica geológica muito importante do território: sua estabilidade geológica. São incomuns no Brasil os grandes abalos sísmicos ou terremotos. Também não existe atividade vulcânica expressiva. As partes mais acidentadas do relevo são resultantes de dobramentos ou arqueamentos antigos da crosta, datados do proterozóico (faixas móveis). As áreas de coberturas sedimentares estão representadas por três grandes bacias sedimentares: Bacia Amazônica, Bacia do Paraná e Bacia do Parnaíba, todas apresentando rochas de idade paleozóica.

Tópicos gerais e hinos

Política

Para mais detalhes, veja Política do Brasil De acordo com a Constituição de 1988, o Brasil é uma República Federativa Presidencialista, de inspiração estadunidense quanto à forma do Estado. No entanto, o sistema legal brasileiro segue a tradição romano-germânica. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente, eleito quadrienalmente. Concomitantemente às eleições presidenciais, vota-se para o Congresso Nacional, sede do Poder Legislativo, dividido em duas casas parlamentares: a Câmara dos Deputados, que têm mandato de quatro anos, e o Senado Federal, cujos membros possuem mandatos de oito anos e se elegem em um terço e dois terços alternadamente a cada quatro anos. Embora o peso de cada voto individual seja o mesmo no sufrágio para o Executivo, o mesmo não ocorre com o Legislativo. Por um lado, há três Senadores representando cada Unidade da Federação (atualmente 27). Por outro, a se considerar o modelo federativo clássico, a representação do povo pelos Deputados deveria ser consoante à população de cada UF; seu número é, entretanto, limitado a no mínimo 8 e no máximo 70. De qualquer forma, adota-se o sistema majoritário para a eleição dos Senadores e o proporcional para os Deputados. Finalmente, há o Poder Judiciário, cuja instância máxima é o Supremo Tribunal Federal, responsável por interpretar a Constituição Federal e composto de onze Ministros indicados pelo Presidente sob referendo do Senado, dentre indíviduos de renomado saber jurídico. A composição dos ministros do STF não é completamente renovada a cada mandato presidencial: o presidente somente indica um novo ministro quando um deles se aposenta ou vem a falecer.

Divisões políticas

Poder Judiciário As 27 unidades da federação são agrupadas, para fins estatísticos e, em alguns casos, de orientação da atuação federal, em cinco grandes regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Cada Estado, bem como o Distrito Federal, tem seus próprios órgãos executivos (na figura do Governador), legislativos (Assembléia Legislativa unicameral) e judiciários (tribunais estaduais). Apenas aos Estados cabe subdividir-se em Municípios, que variam em número, entre 15 (Roraima) e 853 (Minas Gerais). Como as menores unidades autônomas da Federação dispõem apenas do poder Executivo, exercido pelo Prefeito, e Legislativo, sediado na Câmara Municipal. Esta última é uma entidade com uma história secular na Península Ibérica e áreas por ela colonizadas. Abaixo, os Estados que compõem cada região:
- Região Centro-Oeste
  - Distrito Federal (DF)
  - Goiás (GO)
  - Mato Grosso (MT)
  - Mato Grosso do Sul (MS)
- Região Nordeste
  - Alagoas (AL)
  - Bahia (BA)
  - Ceará (CE)
  - Maranhão (MA)
  - Paraíba (PB)
  - Pernambuco (PE)
  - Piauí (PI)
  - Rio Grande do Norte (RN)
  - Sergipe (SE)
- Região Norte
  - Acre (AC)
  - Amapá (AP)
  - Amazonas (AM)
  - Pará (PA)
  - Rondônia (RO)
  - Roraima (RR)
  - Tocantins (TO)
- Região Sudeste
  - Espírito Santo (ES)
  - Minas Gerais (MG)
  - Rio de Janeiro (RJ)
  - São Paulo (SP)
- Região Sul
  - Paraná (PR)
  - Rio Grande do Sul (RS)
  - Santa Catarina (SC)

Maiores aglomerações urbanas

# Região Metropolitana de São Paulo - São Paulo - 20,5 milhões de habitantes # Região Metropolitana do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - 11,6 milhões de habitantes # Região Metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais - 4,6 milhões de habitantes # Região Metropolitana de Porto Alegre - Rio Grande do Sul - 3,9 milhões de habitantes # Região Metropolitana do Recife - Pernambuco - 3,5 milhões de habitantes.

Cidades mais populosas

# São Paulo - 11,5 milhões de habitantes # Rio de Janeiro - 6,5 milhões de habitantes # Salvador - 2,63 milhões de habitantes # Belo Horizonte - 2,35 milhões de habitantes # Fortaleza - 2,33 milhões de habitantes # Brasília - 2,28 milhões de habitantes # Curitiba - 1,73 milhão de habitantes # Manaus - 1,59 milhão de habitantes # Recife - 1,49 milhão de habitantes # Porto Alegre - 1,42 milhão de habitantes

Economia

A economia do país é bastante diversificada e abrange diversos tipos de atividade econômica e industrial, dentre as principais encontram-se:
- Indústria aeronáutica
- Agricultura e Agroindústria
- Indústria automotiva
- Divisão Geoeconômica
- Indústria de eletro-eletrônicos
- Extrativismo
- Indústria de transformação
- Indústria têxtil
- Mineração
- Indústria petroquímica
- Turismo
- Serviços
- Sistema Financeiro Brasileiro

Demografia

A base do povo brasileiro é o elemento Português, que colonizou o país após 1500. Até a independência, em 1822, Portugal foi a única nação européia que se estabeleceu com sucesso no Brasil, e grande parte da cultura brasileira tem sua raíz naquela de Portugal. Holandeses e Franceses também colonizaram o Brasil no século XVII, mas sua presença durou apenas algumas décadas. A população Indígena do Brasil foi em grande parte exterminada ou assimilada pela população Portuguesa. Desde o início da colonização, a mistura entre Portugueses e Nativos foi comum. O Brasil tem uma grande população Negra, descendente dos escravos Africanos trazidos para o País do século XVI ao século XIX. A população Africana no Brasil se misturou em larga escala com os Portugueses, criando uma grande população Mestiça no País. No século XIX, o Governo Brasileiro estimulou a imigração de Europeus para substituir a mão-de-obra escrava. Os primeiros imigrantes não-Lusos a se estabelecerem no Brasil foram os Alemães, em 1824. Entretando, a vinda em massa de Europeus para o Brasil só começou na década de 1870, quando a imigração vinda da Itália cresceu. O Brasil tem a maior população de origem italiana fora da Itália, com 25 milhões de descendentes de italianos, constituindo mais de 15% da população brasileira. Um outro importante fluxo de imigrantes no Brasil veio da Espanha. Durante o século XIX e início do século XX, o Brasil recebeu imigrantes de diversos outros países da Europa, como da Polônia, Rússia, Ucrânia e Áustria. Esses imigrantes se estabeleceram sobretudo nos estados do Sul e Sudeste. Começando no início do século XX, o Brasil também recebeu um grande número de imigrantes Japoneses, que foram principalmente para São Paulo. Constituem hoje a maior população de origem Asiática do País. Os Japoneses e descendentes residentes no Brasil (1,5 milhão) são a maior população japonesa fora do Japão. Também ocorreu uma significante imigração vinda do Oriente Médio (Líbano e Síria) A população brasileira está concentrada sobretudo no litoral, com uma menor densidade demográfica no interior.
- Povos Ameríndios
- Imigração italiana no Brasil
- Imigração portuguesa no Brasil
- Imigração alemã no Brasil
- Imigração japonesa no Brasil
- Imigração espanhola no Brasil
- Escravidão Africana

Migrações


- Migrações internacionais recentes no Brasil
- Migrações internas no Brasil

Idiomas

O Português é a língua oficial e falada por toda a população. O Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas, dando-lhe uma distinta identidade cultural em relação aos outros países do continente. O português é o único idioma com total status de língua oficial do Brasil e há pequenas variantes regionais. É a única língua usada nas escolas, jornais, rádio e TV e negócios. O idioma falado no Brasil é em parte diferente daquele falado em Portugal e nos outros países lusófonos. O Português do Brasil é mais arcáico que o Português de Portugal e possui algumas diferenças na fonética e na ortografia, embora as diferenças entre as duas variantes não comprometa seu entendimento. Idiomas minoritários são falados no dia-a-dia no vasto território brasileiro. Parte desses idiomas são Línguas Indígenas, faladas sobretudo na Região Norte do Brasil. As línguas mais faladas são: Tupi-guarani, Kaingang, Nadëb, Carajá, Caribe, Tucano , Arára, Terêna, Borôro, Apalaí, Canela e vários outras. Outras línguas faladas no Brasil são entre as populações de descendentes de imigrantes que preservaram seus costumes no Sul do Brasil. Essas comunidades falam alemão, italiano, polonês e japonês. A variante alemã mais falada no Brasil é o dialeto Riograndenser Hunsrückisch, que tem sua origem no dialeto alemão Hunsrückisch. A variante italiana mais falada no Brasil é o Talian, um dialeto que tem sua origem na Língua Vêneta, falada no Norte da Itália

Religião

Três em cada 4 brasileiros, ou 74% da população, são Católicos. O número de Protestantes tem crescido rapidamente, representando 15.4%. Outros grupos Cristãos compreendem por 1.3%. Seguidores de religiões de origem africana representam em torno de 0,3% da população. A comunidade Judáica tem 160 mil membros, e as religiões asiáticas são seguidas por 300 mil brasileiros. O Islamismo é seguido por 30 mil pessoas. Cerca de 10% da população não professa nenhuma religião. O Brasil é o país com a maior população Católica do mundo. Também é o país com o maior número de seguidores de religiões Asiáticas fora da Ásia.

Cultura

Veja também:


- Lista de países

Referências externas - oficiais


- [http://www.brasil.gov.br/ Governo Federal]
- [http://www.senado.gov.br/ Senado Federal]
- [http://www.camara.gov.br/ Câmara dos Deputados]
- [http://www.mre.gov.br/ Ministério das Relações Exteriores]
- [http://www.consul.cc/brazil/ Corpo Consular do Brasil]
- [http://www.stf.gov.br/ Supremo Tribunal Federal]
- [http://www.bcb.gov.br Banco Central do Brasil]
- [http://www.mec.gov.br/seed/tvescola/historia/entrevista_1a.asp História do Brasil]
- [http://www.riodejaneiro-turismo.com.br/pt/ Riotur - orgão da Secretaria Especial de Turismo da cidade do Rio de Janeiro]

Imprensa

Agência de notícias oficial


- Agência Brasil (Radiobrás) [http://www.radiobras.gov.br/]

Jornais e Revistas

Ver artigo principal Lista de jornais e revistas brasileiros Categoria:Países da América do Sul
-
fiu-vro:Brasiilia ja:ブラジル ko:브라질 ms:Brazil simple:Brazil th:ประเทศบราซิล zh-min-nan:Pa-se

País

Um país, de uma forma geral, é um território social, política, cultural e geograficamente delimitado. A maioria dos países é administrado por um governo que mantém a soberania sobre seu povo e seu território, garantindo assim o bom funcionamento e a ordem do fluxo de atividades que envolvem a economia e a sociedade a qual o governo tem influência. A definição de país não é necessariamente compatível com as definições de reino, império e Estado, mas na atualidade, independentemente da forma de governo adotada, todos os estados soberanos são considerados países.


- Lista de países e estados soberanos
- Lista dos dez menores países do mundo
- Lista dos dez maiores países do mundo categoria:Geografia ja:国 simple:Country zh-cn:国家 zh-tw:國家

América do Sul

A América do Sul é um subcontinente que compreende a porção meridional das Américas. Américas

Lista de países da América do Sul

(incluindo códigos e siglas adotados pela ONU e suas capitais)
- 005 América do Sul
  - 032 ArgentinaBuenos Aires
  - 068 BolíviaLa Paz
  - 076 BrasilBrasília
  - 152 ChileSantiago
  - 170 ColômbiaBogotá
  - 218 EquadorQuito
  - 328 GuianaGeorgetown
  - 254 Guiana FrancesaCaiena
  - 238 Ilhas FalklandPort Stanley
  - 600 ParaguaiAssunção
  - 604 PeruLima
  - 740 SurinameParamaribo
  - 858 UruguaiMontevidéu
  - 862 VenezuelaCaracas Caracas

Algumas Cidades Sul-Americanas

Aceguá, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Água Santa, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Agudo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Ajuricaba, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Alcântara, estado do Maranhão, Brasil Alecrim, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Alegrete, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Alegria, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Almirante Tamandaré do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Alpestre, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Altamira, estado do Pará, Brasil Alto Alegre, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Alto Feliz, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Alvorada, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Amaral Ferrador, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Ametista do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Anápolis, estado de Goiás, Brasil André da Rocha, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Anta Gorda, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Antônio Prado, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Antofagasta, Chile Aracajú, estado do Sergipe, Brasil Arambaré, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Araraquara, estado de São Paulo, Brasil Araricá, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Araçatuba, estado de São Paulo, Brasil Aratiba, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Arequipa, Perú Arroio do Meio, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Arroio do Padre, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Arroio do Sal, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Arroio do Tigre, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Arroio dos Ratos, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Arroio Grande, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Arvorezinha, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Assunção, Paraguai Augusto Pestana, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Áurea, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Bahia Blanca, Argentina Bagé, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Balneário Camburiú, estado de Santa Catarina, Brasil Balneário Pinhal, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barão, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barão do Cotegipe, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barão do Pinhal, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barão do Triunfo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barcelona, Venezuela Barquisimeto, Venezuela Barra da Guarita, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barra do Quaraí, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barra do Ribeiro, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barra do Rio Azul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barra Funda, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barracão, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barros Cassal, Barquisimeto, Venezuela Baurú, estado de São Paulo, Brasil Belém, estado do Pará, Brasil Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, Brasil Benjamin Constant do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Barquisimeto, Venezuela Bento Gonçalves, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Blumenau, estado de Santa Catarina, Brasil Boa Vista das Missões, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Boa Vista do Buricá, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Boa Vista do Cadeado, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Boa Vista do Incra, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Boa Vista do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Bom Jesus, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Bom Princípio, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Bom Progresso, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Bom Retiro do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Boqueirão do Leão, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Bossoroca, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Bonzano, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Braga, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Brasília, Distrito Federal (capital nacional), Brasil Brasília Legal (Fordlândia), estado do Pará, Brasil Bragança, estado do Pará, Brasil Breves, estado do Pará, Brasil Brochier, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Brusque, estado de Santa Catarina, Brasil Boa Vista do Rio Branco, Rorâima, Brasil Bogotá, Colômbia Buenos Aires, Argentina Butiá, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cali, Colômbia Cachoeira do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cachoeiro do Itapemirim, estado do Espírito Santo, Brasil Caçapava do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cacequi, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cachoeira do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cachoeirinha, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cacique Doble, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Caibaté, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Caiçara, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Camaquã, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Camargo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cambará do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Campestre da Serra, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Campina das Missões, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Campina Grande, estado da Paraíba, Brasil Campinas do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Campo Bom, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Campo Novo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Campo Borges, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Campinas, estado de São Paulo, Brasil Campo Grande, estado do Mato Grosso do Sul, Brasil Campos do Jordão, estado de São Paulo, Brasil Candelária, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cândido Godoi, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Candiota, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Canela, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Canguçú, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Canoas, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Canudos do Vale, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Capão Bonito do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Capão da Canoa, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Capão do Cipó, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Capão do Leão, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Capela de Santana, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Capitão, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Capivari do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Caraa, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Caracas, Venezuela Carazinho, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Carlos Barbosa, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Carlos Gomes, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Casca, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Caseiros, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Castro, estado do Paraná, Brasil Catuípe, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cavalcante, estado de Goiás, Brasil Caxias do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cayenne, Guiana Francesa Centenário, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cerrito, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cerro Branco, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cerro Grande, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cerro Grande do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cerro Largo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Ceará Mirim, estado do Rio Grande do Norte, Brasil Chapada, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Charqueadas, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Charrua, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Chiapeta, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Chuí, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Chuvisca, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cidade de São Paulo, estado de São Paulo, Brasil - A maior cidade da América do Sul e uma das maiores do mundo Cidade do Rio de Janeiro, estado do Rio de Janeiro, Brasil Cidreira, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Ciriaco, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Ciudad Bolívar, Venezuela Cochabamba, Bolívia Colinas, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Colorado, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Condor, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Concepción, Chile Constantina, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Coqueiro Baixo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Coqueiros do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cordoba, Argentina Coronel Barros, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Coronel Bicado, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Coronel Pilar, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cotiporã, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Coxilha, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Crissiumal, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cristal, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cristal do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cruz Alta, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cruz Altense, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Cruzeiro do Sul, Acre, Brasil Cuenca (Santa Ana de los Cuatro Ríos de Cuenca), Equador - Cidade colonial histórica, a terceira maior do país Cuiabá, estado do Mato Grosso, Brasil Curitiba, estado do Paraná, Brasil Cuzco (Cusco), Perú David Canabarro, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Derrubadas, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Dezesseis de Novembro, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Diamantina, estado do Mato Grosso, Brasil Dilermando de Aguiar, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Dois Irmãos, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Dois Irmãos das Missões, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Dois Lageados, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Dom Feliciano, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Dom Pedrito, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Dom Pedro de Alcântara, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Dona Francisca, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Doutor Maurício Cardoso, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Doutor Ricardo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Eldorado do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Encantado, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Encarnación, Paraguai Encruzilhada do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Engenho Velho, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Entre Rios do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Entre-Ijuís, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Erebango, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Erechim, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Ernestina, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Erval Grande, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Erval Seco, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Esmeralda, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Esmeraldas, Equador Esperança do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Espumoso, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Estação, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Estância, estado de Sergipe, Brasil Estância Velha, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Esteio, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Estrela, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Estrela Velha, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Eugênio de Castro, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Fagundes Varela, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Farroupilha, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Faxinal do Soturno, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Faxinalzinho, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Fazenda Vila Nova, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Feliz, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Flores da Cunha, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Floriano Peixoto, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Florianópolis, estado de Santa Catarina, Brasil Fontoura Xavier, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Formigueiro, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Forquetinha, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Fortaleza, estado do Ceará, Brasil Fortaleza dos Valos, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Franca, estado de São Paulo, Brasil Frederoco Westfalen, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Garibaldi, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Garanhuns, estado de Pernambuco, Brasil Garruchos, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Gaurama, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Generaç Câmara, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Gentil, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Georgetown, Guiana Inglesa Getúlio Vargas, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Giruá, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Glorinha, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Goiânia, estado de Goiás, Brasil Governador (Gov.) Valadares, estado de Minas Gerais, Brasil Gramado, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Gramado dos Loureiros, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Gramado Xavier, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Gravataí, Feira de Santana, estado da Bahia, Brasil Grajaú, estado do Maranhão, Brasil Guaraní das Missões, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Guarapuava, estado do Paraná, Brasil Guarujá, estado de São Paulo, Brasil Horizontina, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Ijuí, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Itanhaém, estado de São Paulo, Brasil Itú, estado de São Paulo, Brasil Jaboatão, estado de Pernambuco, Brasil Jacarezinho, estado do Paraná, Brasil Januária, estado de Minas Gerais, Brasil João Pessoa, Paraíba Joinville, estado de Santa Catarina, Brasil Juazeiro do Norte, estado da Paraíba Jundiaí, estado de São Paulo, Brasil Lageado, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Lages, estado de Santa Catarina, Brasil La Paz, capital da Bolívia La Plata, Argentina Londrina, estado do Paraná, Brasil Natal, estado do Rio Grande do Norte, Brasil Nova Iguaçú, estado do Rio de Janeiro, Brasil Novo Hamburgo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Nazaré da Mata, estado de Pernambuco, Brasil Nieuw Amsterdam, Suriname Nioaque, estado do Mato Grosso do Sul, Brasil Macapá, Amapá, Brasil Macau, Rio Grande do Norte Maceió, estado de Alagoas, Brasil Manaus, estado do Amazonas, Brasil Manicoré, estado do Amazonas, Brasil Maracaibo, Venezuela Mato Queimado, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Maués, estado do Amazonas, Brasil Medellin, Colômbia Mendoza, Argentina Motenegro, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Montevidéu, Uruguai Óbidos, estado do Pará, Brasil Olinda, estado de Pernambuco, Brasil Oruro, Bolívia Osório, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Palmeira dos Índios, estado de Alagoas, Brasil Panambí (Neu Würtemberg), estado do Rio Grande do Sul, Brasil Paranimbo, Suriname Passo Fundo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Pelotas, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Petrópolis, estado do Rio de Janeiro, Brasil Piracicaba, estado de São Paulo, Brasil Port of Spain, Ilha de Trinidad e Tobago Ponta Grossa, estado do Paraná, Brasil Porto Acre, Acre, Brasil Porto Alegre, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Porto de Pedras, estado de Alagoas, Brasil Porto Velho, Rondônia, Brasil Porto Xavier, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Potosí, Bolívia - Diz-se ser a cidade mais alta do mundo Puerto Ayora, Ilha de Santa Cruz, Galápagos, Equador Puerto Montt, Chile Quito, Equador Recife, estado de Pernambuco, Brasil Rio Branco, Acre Rio Grande, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Ribeirão Preto, estado de São Paulo, Brasil Roque Gonzales, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Rosario, Argentina Salvador, estado da Bahia, Brasil Salta, Argentina San Carlos de Bariloche, Argentina - Turismo de inverno, pistas de esquí San Miguel de Tucumán, Argentina Santa Cruz de la Sierra, Bolívia Santa Cruz do Sul, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Santa Fé, Argentina Santa Lucia, Uruguai Santa Maria, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Santana do Livramento, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Santiago, Brasil Santiago, Chile Santo Angelo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Santo Amaro, estado da Bahia, Brasil Santos, estado de São Paulo, Brasil São Borja, estado do Rio Grande do Sul, Brasil São Gabriel, estado do Rio Grande do Sul, Brasil São José do Rio Preto, estado de São Paulo, Brasil São Leopoldo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil São Luiz, estado do Maranhão, Brasil São Luiz Gonzaga, estado do Rio Grande do Sul, Brasil São Miguel das Missões, estado do Rio Grande do Sul, Brasil São Paulo das Missões, estado do Rio Grande do Sul, Brasil São Pedro do Butiá (Butiá), estado do Rio Grande do Sul, Brasil Senador Pompeu, estado do Ceará, Brasil Sucre, Bolívia - Capital constitucional do país Teresina, estado do Piauí, Brasil Três Lagoas, estado do Mato Grosso do Sul, Brasil Tubarão, estado de Santa Catarina, São Paulo Tucumán, Argentina Uberaba, estado de Minas Gerais, Brasil Uberlândia, estado de Minas Gerais, Brasil Uruguaiana, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Ushuaia, Argentina - A cidade do continente Americano que se encontra mais ao sul do que qualquer outra Valparaiso, Chile Viamão, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Vitória, estado do Espírito Santo, Brasil Xangrilá, estado do Rio Grande do Sul, Brasil Xaxim, estado do Rio Grande do Sul, Brasil

Idiomas Falados na América do Sul

O número total de línguas faladas diariamente na América do Sul vai muito além do espanhol, português, francês, neerlandês e inglês. Uma classificação básica dos idiomas utilizados regularmente por toda a América do Sul pode ser a sua divisão entre idiomas oficiais e idiomas não oficiais. No entanto, lingüísticamente falando, é muito mais produtivo e interessante classificar as línguas presentes na América do Sul nos seguintes dois grandes grupos:
- Idiomas Autóctones (Indígenas):
  - Guarani, quetchuá, aimara (Aymara), mapuche, borôro, araucano, ianomano, caiapó, caribe, caingangue, rapa nui (idioma indígena da Ilha de Páscoa, Chile), e muitíssimas outras mais...
- Idiomas Exóctones (originárias de além, não originários na terra): :As línguas não nativas podem ser classificadas nas seguintes categorias principais (3):
  - idiomas colonizadores, i.e. espanhol (castelhano) e português, mas também francês, neerlandês e inglês, embora em menor escala.
  - Idiomas de escravidão africana, i.e. yorubá, bantu, etc... intrínsicos na forte cultuação dos ritos religiosos afro-brasileiros, etc.
  - Idiomas de imigração, como o alemão, (Riograndenser Hunsrückisch, Katarinensisch, Plattdaitsch ou Plattdoitsch, Hunsrückisch Platt ou Hunsrückisch ou Hunsriggisch, etc.), pomerano ou Pommeronisch ou Pommersch, Plattdüütsch, Schwizerdütsch, neerlandês, italiano ou talian, japonês (Nihonguês), árabe, russo, hindustani, espanhol, portunhol, inglês, portuglês, spanglish, turco, chinês mandarim e cantonês, indiano, galês (ou Welsh em inglês, falado no sul da Argentina), polonês, coreano, roma (cigano), ucraniano, íidiche, lituano, galego, grego, etc. Também existem ou existiram os idiomas de contato, como a Língua Geral do Brasil (comparável ao Jargão Chinook do noroeste norte-americano). Sem deixar de citar os idiomas da academia como, por exemplo, o inglês e o francês. Ademais existem ou existiram os idiomas do clero, como o latim, no continente sul-americano. Muitos dialetos de classe ou específicas de certos segmentos sociais não figuram nesta lista, quiçás o lunfardo poderia ser descrito nesses termos... Vale notar a existência de dialetos em si, os quais existem em regiões específicas (por exemplo gaúcho e nordestino) ou mesmo de falares únicos, encontrado em segmentos, em meios sociais distintos ou em subgrupos da sociedade, por exemplo, o chamado dialeto funk (um dialeto urbano do Brasil) ou um linguajar bastante comum entre certos grupos de membros da comunidade gay brasileira (ver link externo, Glossário Gay, abaixo).


- América Latina
- Comunidade Sul-Americana de Nações
- Lista de animais que vivem na América do Sul
- Mercosul
- América do norte
- America Central


- [http://www.spmetropole.com Cidade de São Paulo]. Sítio acessado em primeiro dezembro de 2005.
- [http://www.omniglot.com/writing/welsh.htm Lições de Linguagem Cymraeg] - Inglês.
- [http://www.rongorongo.org/vanaga/a.html Dicionário de Rapa Nui - Inglês ]. Idioma da Ilha de Páscoa. Sítio em inglês.
- [http://www.rongorongo.org/corpus/codes.html Rongorongo ]. Sobre os hieróglifos Rongorongo do povo original da Ilha de Páscoa, Chile (Oceano Pacífico). Site em inglês.
- [http://www.ssbb.ch/index.php?option=com_content&task=view&id=8&Itemid=11 Os Suíços no Brasil].
- [http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252005000200020&script=sci_arttext&tlng=pt As Línguas do Brasil].
- [http://www.bbc.co.uk/portuguese/forum/story/2005/03/050306_chinabrasil3.shtml O Chinês Mandarim em São Paulo].
- [http://www.universia.com.br/materia/imprimir.jsp?id=7953 Os Falares dos Ciganos Brasileiros de Goiás ].
- [http://www.worldlanguage.com/Countries/Suriname.htm As Sete Línguas Mais Faladas de Suriname]. Site em inglês.
- [http://www.ethnologue.com/country_index.asp Línguas do Mundo] ("Languages of the World"). Sítio em inglês.
- [http://mixbrasil.uol.com.br/id/glossar.htm Glossário Gay]. Categoria:América do Sul Categoria:Continentes ja:南アメリカ ko:남아메리카 simple:South America th:ทวีปอเมริกาใต้ zh-min-nan:Lâm Bí-chiu

Guiana

A Guiana é um país da América do Sul, limitado a norte e a leste pelo Oceano Atlântico, a leste pelo Suriname, a sul e oeste pelo Brasil e a oeste pela Venezuela. Capital: Georgetown.

História

Política

Subdivisões

Subdivide-se em 10 regiões administrativas:
- Barima-Waini
- Cuyuni-Mazaruni
- Demerara-Mahaica
- East Berbice-Corentyne
- Essequibo Islands-West Demerara
- Mahaica-Berbice
- Pomeroon-Supenaam
- Potaro-Siparuni
- Upper Demerara-Berbice
- Upper Takutu-Upper Essequibo

Geografia

Economia

A economia da Guiana tem mostrado um crescimento económico moderado desde 1999, baseado numa expansão dos sectores agrícola e mineiro, numa atmosfera mais favorável para iniciativas empresariais, uma taxa de câmbio mais realista, uma inflação razoavelmente baixa e apoio continuado por parte de organizações internacionais. Os problemas crónicos incluem carências no número de trabalhadores qualificados e infraestruturas deficientes. O governo tenta equilibrar uma dívida externa de grandes dimensões com a necessidade urgente de expansão do investimento público. Os baixos preços de produtos-chave nos sectores mineiro e agrícola, combinados com problemas nas indústrias de bauxite e açúcar ameaçam a já ténue posição fiscal do governo e ensombram o futuro.

Demografia

Cultura

Veja também


- Lista de países

Links Externos


- [http://www.op.gov.gy/ Office of the President of Guyana] (em inglês). categoria:Guiana ja:ガイアナ ko:가이아나 ms:Guyana simple:Guyana th:ประเทศกายอานา zh-min-nan:Guyana

França

A França é um país que se localiza no continente europeu, especificamente na Europa Ocidental. Limitado a norte pelo Canal da Mancha, que separa o continente das Ilhas Britânicas (mais especificamente, do sul da Inglaterra, Reino Unido, e também das Ilhas do Canal), pela Bélgica e pelo Luxemburgo, a leste pela Alemanha, Suíça e Itália, a sul pelo Mónaco, pelo Mar Mediterrâneo, por Espanha e por Andorra e oeste pelo Mar Cantábrico e pelo Oceano Atlântico. A sua capital é Paris. Suas cidades mais importantes são: Bordéus (Bordeaux) (Oeste - Litoral do Oceano Atlântico), Marselha (Marseille) (Sul - Mar Mediterrâneo), Lyon e Paris. A França tem várias possessões espalhadas pelo mundo, a que chama departamentos do ultramar ou territórios ultramarinos:
- Américas
  - Guiana Francesa
  - Guadeloupe
  - Martinica
  - Saint Pierre et Miquelon
- África
  - Reunião
  - Mayotte
- Oceania
  - Nova Caledónia
  - Polinésia Francesa
  - Wallis e Futuna
- Mares do Sul
  - Terras Austrais e Antárticas Francesas Na economia, tem destaque na indústria automobilística, aeronáutica, e com grande reconhecimento em sua indústria alimentícia, com agropecuária intensiva e extensiva. É quase auto-suficiente em minérios, com alta produção de petróleo e carvão mineral.

História

As fronteiras da França moderna são muito semelhantes às fronteiras da antiga Gália, território habitado pelos gauleses, de origem Celta. A Gália foi conquistada pelos Romanos no século I AC, e os gauleses acabaram por adoptar a cultura e a língua latinas. O Cristianismo se instalou durante os séculos II e III. As fronteiras do leste da Galia ao longo do rio Reno foram atravessadas por tribos germânicas - principalmente os Francos, dos quais o antigo nome "Francie" vem - durante o século IV. Apesar de a monarquia francesa ser muitas vezes datada do século V, a existência contínua da França como uma entidade separada começa com a divisão do império franco de Carlos Magno em uma parte leste e uma parte oeste. A parte do leste pode ser considerada como o começo do que é a atual Alemanha, a parte oeste como a França. Os sucessores de Carlos Magno dirigiram a França até 987, quando Hugo Capeto, Duque de França e conde de Paris, foi coroado Rei da França. Seus sucessores, a dinastia dos capetos, dirigiram a França até 1789, quando a Revolução Francesa instalou uma República, em uma época de mudanças radicais que começou em 1789. Veja também: Lista de reis de França

Política

A França é uma República democrática semi-presidencialista. O presidente é eleito por sufrágio directo e universal. Existem duas assembleias eleitas: o Senado, eleito indiretamente, e a Assembleia Nacional, eleita pelo voto popular.

Divisões administrativas

A França está dividida em 26 regiões que por sua vez se dividem num total de 100 Departamentos.

Geografia

right A França é um país muito rico, que disputa com a Alemanha e o Reino Unido a liderança econômica na União Européia, pois é a segunda economia da Europa e a quarta do mundo (EUA, Japão, Alemanha, FRANÇA, Reino Unido). A capital da França, Paris é uma das cidades mas populosas do continente, e figura como uma cidade mundial, ou seja, uma das mais importantes do mundo. A França funciona com um istmo que liga a Península Ibérica ao resto do continente, fazendo fronteira com a Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Suíça, Itália, Espanha, Andorra e com o Principado de Mônaco. O Eurotúnel liga a França ao Reino Unido, passando por baixo do Mar do Norte. Por esse túnel circula-se somente em trem, que leva de um país para o outro mercadorias, turistas e passageiros. A França tem três áreas de litoral: a Oeste, o Oceano Atlântico, ao Norte, o Mar do Norte e ao Sul o Mar Mediterrâneo, e áreas montanhosas como os Alpes, os Pireneus e os Vosges, onde a prática de esportes de inverno é intensa e estimuladora da economia local.

Economia

A economia da França combina um extenso sector privado com uma intervenção estatal substancial, se bem que em declínio. Grandes áreas de terrenos férteis, a aplicação de tecnologia moderna e subsídios fizeram da França o principal produtor agrícola da Europa Ocidental. O Estado mantém considerável influência sobre segmentos-chave dos sectores infraestruturantes, com quotas maioritárias em firmas ferroviárias, de electricidade, de aviação e de telecomunicações. Tem vindo a abrandar gradualmente o controlo sobre estes sectores desde o início da década de 1990. O Estado continua a vender participações na France Télécom, na Air France, e nas indústrias de seguros, bancária e de defesa. A França juntou-se a outros 10 países membros da UE para lançar o euro a 1 de Janeiro de 1999, cujas moedas e notas substituíram por completo o franco francês no início de 2002. A França pode ser comparada como a 5ª nação mais rica do planeta em termos de PIB-nominal, que é de US$ 2,054,880 milhões (atrás apenas dos Estados Unidos da América, do Japão, da Alemanha e do Reino Unido), e também podendo ser comparada com a 7ª economia mundial em termos PIB-PPC (Paridade do Poder de Compra). Seu PIB-PPC soma US$ 1,745,946 milhões (tendo à frente apenas os Estados Unidos, a China, o Japão, Índia, Alemanha e Reino Unido). E de capital francês empresas como: Danone, Air France, BNP Paribas, Peugeout e Vivendi. Por esse motivo, da enorme riqueza que faz da França uma das nações da "elite" mundial, podemos dizer sem dúvida alguma que a França é um dos países mais industrializados do mundo, seus produtos se espalham por lojas e casas de todo o planeta. Um dos setores que movimentam a economia da França em grande escala, sem dúvida nenhuma, é o turismo, fazendo da França o país que mais recebe turistas por ano (70 milhões de visitantes), que depositam no país bilhões de dólares. Alguns dos principais produtos exportados pela França são seus vinhos, perfumes e culinária.

Demografia

Cultura


- [http://www.suapesquisa.com/paises/franca Informações sobre a França]
- [http://www.elysee.fr Governo Federal] categoria:países da Europa als:Frankreich fiu-vro:Prantsusmaa ja:フランス ko:프랑스 ms:Perancis simple:France th:ประเทศฝรั่งเศส zh-min-nan:Hoat-kok

Oceano Atlântico

O oceano Atlântico é o oceano que separa Europa e África, a Este, da América, a Oeste. Tem uma área de 82.400.000 km² (106.200.000 km², incluindo os mares locais como o Mar Mediterrâneo, o Mar do Norte e o Mar das Caraíbas, o que corresponde a aproximadamente um terço das águas oceânicas mundiais).

Geografia

Mar das Caraíbas O oceano Atlântico, o segundo do mundo em superfície está localizado no hemisfério ocidental e alonga-se no sentido Norte-Sul. Com um formato que lembra um S, comunica com o Oceano Ártico pelo estreito da Islândia; com o Oceano Pacífico e com o Oceano Índico pela ampla passagem que se abre entre a América, a África e a Antártida, nas altas latitudes austrais. No hemisfério Norte, as costas continentais, muito recortadas, delimitam numerosos mares anexos (Mar da Mancha, Mar do Norte, Mar Báltico, Mar Mediterrâneo, Mar das Antilhas). Ao Sul, ao contrário, as costas são bem retilíneas. O fundo oceânico apresenta uma disposição regular: a plataforma continental, ampla ao largo das costas da Europa, da América do Norte e da porção meridional da América do Sul, estreita-se nas costas da África e do Brasil; uma enorme cadeia de montanhas submarinas, a dorsal meso-atlântica, estende-se ao longo do oceano; entre ela e os continentes abre-se uma série de bacias de 6.000 a 7.000 m de profundidade (bacias americana, brasileira e argentina, a O; bacias escandinava, da Europa Ocidental, da Guiné, de Angola e do Cabo, a E). A crista dorsal é sulcada em toda a sua extensão por uma grande fossa tectônica (rift), que secciona no sentido longitudinal. Área de constante instabilidade geológica, provocada pela contínua emissão de material ígneo,é objeto de estudos geológicos que analisam os processos de formação e evolução das placas tectônicas, ou seja, da crosta terrestre. A crista da dorsal meso-atlântica situa-se geralmente entre -3.000 e -1.500 m, mas emerge em alguns pontos, formando ilhas: Jan Mayen, Islândia, Açores, Ascensão, Tristão da Cunha. Nas latitudes equatoriais, a dorsal é cortada por falhas transversais que determinam fossas abissais (fossa da Romanche. -7.758 m). Nas outras porções do Atlântico as fossas são raras: situam-se nas Antilhas (Caimans e Porto Rico - a mais profunda com -9.218 m) e nas ilhas Sandwich do Sul (-8.264 m). Na fachada ocidental, grandes bacias hidrográficas despejam considerável quantidade de sedimentos sobre a plataforma continental, definindo cones alunionais, como os dos rios São Lourenço e Mississippi, no Atlântico Norte, e o do Amazonas, na faixa equatorial. As águas do Atlântico são as mais salgadas de todos os oceanos (37,5 por mil de salinidade média) e animadas por correntes que asseguram intensa circulação entre as águas frias das altas latitudes e as águas quentes equatoriais. As correntes frias do Labrador e das Falkland descem respectivamente ao longo das encostas setentrionais e meridionais da América. De Benguela percorre a costa sul-ocidental africana, em direção ao equador. São compensadas pelas correntes quentes do Brasil e Equatorial Atlântica, nos seus ramos N e S, pela corrente do Golfo, que tem grande influência sobre os climas da Europa norte-ocidental, tornando-os menos rigorosos. Essa circulação das águas favorece sua oxigenação e a proliferação de plâncton, definindo importantes zonas pesqueiras, como as costas do Brasil meridional, a fachada norte-americana em torno da Terra Nova, as costas da Escandinávia e da Islândia, além da África meridional. As plataformas continentais encerram, às vezes, jazidas petrolíferas (Mar do Norte, costas da Venezuela e do Brasil, Golfo da Guiné). Ladeado no hemisfério Norte pelas duas áreas mais industrializadas do globo (NE dos EUA e Europa Ocidental), o Atlântico Norte apresenta o mais intenso tráfego marítimo e aéreo transoceânico do mundo.

História

Os antigos, que chamavam de Mar Tenebroso ou Mar Oceano, conheciam apenas as costas situadas entre o norte das ilhas britânicas e as Canárias. Dos séculos VIII a XI, os Normandos freqüentaram as praias da Noruega, da Islândia, da Gronelândia, de Spitsbergen e da Nova Escócia, no actual Canadá. Até o final da Idade Média, só se faziam navegações costeiras, indo até ao Cabo Bojador (atingido pelo navegador português Gil Eanes em 1434). No século XV os portugueses intensificaram a exploração da costa africana e, ao mesmo tempo, desenvolveram técnicas de navegação que permitiram viagens por alto mar. A navegação por latitudes (determinadas pela observação da altura da estrela Polar ou do Sol ao meio-dia, técnica desenvolvida por volta de 1485) foi facilitada pelo uso de instrumentos como a bússola e o astrolábio. Outro fator decisivo foi o estudo do regime dos ventos no Atlântico: em 1439, as informações existentes já permitiam uma navegação assídua e segura. Essas técnicas, aliadas aos novos navios desenvolvidos pelos portugueses (as caravelas, de maior porte, calado mais alto e comum sistema de velas que permitia o aproveitamento dos ventos, mesmo em sentido contrário) permitiriam o reconhecimento da costa da África e as primeiras incursões em alto mar; há ainda informações de que no séc. XV os portugueses teriam explorado também o Atlântico Norte, juntando conhecimentos que mais tarde facilitaram a viagem de Cristóvão Colombo na primeira travessia documentada do Oceano. Com o desenvolvimento técnico obtido, as viagens portuguesas tornaram-se mais ousadas e freqüentes através do Atlântico, de tal forma que até 1488 toda a costa oeste da África estava explorada, reconhecida e, nos primeiros 20 anos do séc. XVI, toda a costa atlântica do continente americano (encontrado em 1492 por Colombo) fora visitada por navegadores portugueses, espanhóis ou italianos a serviço da Espanha. Os reis de Portugal procuraram, desde o início, garantir descobertas de seus navegadores e desde 1443, várias leis reivindicaram o direito de navegação exclusiva nos mares reconhecidos por suas naus. Em 1454, o papa Nicolau V ratificou a pretensão dos portugueses, reservando-lhes o direito exclusivo de navegação e comércio. Em 1474, D. Afonso V mandou que aqueles que violassem essas determinações fossem mortos e seu bens confiscados pela coroa. O Tratado de paz de Toledo, entre Espanha e Portugal, ratificou esses direitos, que foram reafirmados nas ordenações Manuelinas (1514). Até 1580, houve pouca contestação internacional a essas pretensões, exceto pequenos conflitos diplomáticos causados pela ação de corsários protegidos pelos reis da França e Grã-Bretanha. Após 1580, contudo, a contestação cresceu, envolvendo também os holandeses em guerra com a Espanha pela sua independência. Eles estenderam as ações bélicas contra Portugal, após a união das duas Coroas e passaram à liberdade dos mares; na trégua assinada com Felipe III (III de Espanha e II de Portugal), obtiveram o direito de navegar por esses mares, embora sob licença régia. Esse tratado marcou o início do fim do domínio exclusivo pelos portugueses dos mares que haviam descoberto e, após 1640, o princípio da liberdade dos mares estava solidamente estabelecido. A partir do século XVII, começou a exploração hidrográfica do Atlântico, efetuada de início pelos holandeses, depois pelos ingleses e franceses no século XVIII. No século XIX, foram organizados numerosos cruzeiros oceanográficos que permitiram a elaboração de uma detalhada carta batimétrica do Atlântico.


- Atlântico Sul categoria:Oceanos als:Atlantik ja:大西洋 ko:대서양 simple:Atlantic Ocean th:มหาสมุทรแอตแลนติก zh-min-nan:Tāi-se-iûⁿ

Argentina

A Argentina (nome oficial: República Argentina) é um país da América do Sul, limitado a norte pela Bolívia e pelo Paraguai, a leste pelo Brasil, pelo Uruguai e pelo Oceano Atlântico, a sul pelo Estreito de Drake e a sul e a oeste pelo Chile. É a Argentina o país mais próximo da colónia britânica das Ilhas Malvinas. Sua capital é a cidade de Buenos Aires.

Origem e história do nome

O nome deste país procede do latim argentum, que significa prata. Os náufragos da expedição de Juan Díaz de Solís encontraram na região indígenas que lhes deram de presente objetos de prata, e estes náufragos levaram à Espanha, por volta de 1524, a notícia da existência da legendária Sierra del Plata, uma montanha rica naquele metal precioso. A partir desta data os espanhóis passaram a chamar ao Río de Solís, Río de la Plata.

História

Os europeus chegaram pela primeira vez à região no princípio do século XVI (o primeiro a ver e colonizar a área foi o navegador espanhol Juan Díaz de Solís, em 1516). A colonização espanhola subsequente levou à criação da colónia de Buenos Aires, em 1580. A independência de Espanha foi alcançada em 1816, após o que se desencadeou um conflito entre centralistas e federalistas, que só acabou com a proclamação de uma nova constituição, em 1853. A Argentina foi, a partir de então, dominada por períodos de conflito político interno entre conservadores e liberais e entre facções civis e militares. Mas no início do século XX, a Argentina era um dos estados-providência mais avançados do mundo. Depois da Segunda Guerra Mundial, a Argentina assistiu à ascensão do movimento peronista, populista, o que levou a uma grande polarização do país. Juntas militares cada vez mais sangrentas alternaram com governos democráticos frágeis até 1983, o que resultou em problemas económicos crescentes, corrupção, agitação social e a derrota na Guerra das Malvinas. Desde então, quatro eleições livres sublinharam os progressos argentinos na consolidação da democracia, se bem que em finais de 2001 o país tenha passado por uma implosão económica sem precedentes.

Política

Após a revisão de 1994, a Constituição da Argentina estabelece a separação dos poderes executivo, legislativo e judicial (Brasil: judiciário), quer ao nível nacional, quer ao nível provincial. O presidente e o vice-presidente são eleitos por sufrágio universal para mandatos de 4 anos, sendo apenas uma reeleição consecutiva permitida. O presidente (Presidente de la Nación Argentina) é ao mesmo tempo o chefe de estado e o chefe de governo. É ele que nomeia livremente os ministros e, em caso de "urgência e necessidade", pode legislar por decreto. O parlamento da Argentina (o Congreso Nacional) tem duas câmeras: o Senado com 72 lugares e a Câmara de Deputados (Cámara de Diputados) com 257 membros. Desde 2001, os senadores são eleitos por sufrágio universal em cada província. Cada província, incluindo a Capital Federal, tem direito a 3 senadores, que cumprem mandatos de 6 anos. Um terço dos lugares do Senado vão a eleições de dois em dois anos. Os membros da Câmara de Deputados são eleitos para mandatos de 4 anos.

Subdivisões

2001 A Argentina é uma república representativa federal desde a Constituição de 1853. Há 23 províncias e um Distrito Federal:
- Capital Federal (Cidade Autônoma de Buenos Aires)
- Buenos Aires (não confundir com a cidade homônima)
- Catamarca
- Córdoba
- Corrientes
- Chaco
- Chubut
- Entre Ríos
- Formosa
- Jujuy
- La Pampa
- La Rioja
- Mendoza
- Misiones
- Neuquén
- Río Negro
- Salta
- San Juan
- San Luis
- Santa Cruz
- Santa Fe
- Santiago del Estero
- Tierra del Fuego
- Tucumán

Geografia

Sua superfície total legal é de 3 745 247 Km², dos quais 2 780 400 Km² correspondem ao continente americano e 964 847 Km² ao continente antártico. No entanto, fontes argentinas oficiais e extra-oficiais continuam considerando como territórios as Malvinas e ilhas adjacentes, elevando a superfície total para 3 761 274 Km². A Argentina é o sétimo maior país do mundo e o quarto maior da América (depois de Canadá, Estados Unidos da América e Brasil). A Argentina pode ser dividida esquematicamente em três partes: as planícies férteis das Pampas na metade norte do país, que são o centro da riqueza agrícola da Argentina, o planalto da Patagónia na metade sul até à Terra do Fogo, por vezes plano, por vezes ondulado, e a escarpada cordilheira dos Andes ao longo da fronteira ocidental com o Chile, cujo ponto mais elevado é o monte Aconcágua, com 6 960 m de altura. Os rios principais são o Paraguai, o Bermejo, o Colorado, o Uruguai e o maior de todos: o Paraná. Os dois últimos juntam-se antes de desaguar no oceano Atlântico, formando o estuário do Rio de la Plata. O clima argentino é em geral temperado, com os extremos a ir do subtropical a norte, ao árido/sub-antártico no extremo sul.

Regiões Geográficas


- Pampa: Cobre a região centro-oriental do país. É uma imensa planície de intensa exploração agropecuária. Clima temperado e úmido.
- Mesopotamia: onde se localiza a selva subtropical e a bacia hidrográfica formada pelos rios Uruguai e Paaná. Clima subtropical.
- Nordeste: compreende as terras do Chaco argentino, ricas em madeira. Clima cálido e úmido.
- Noroeste: solo montanhoso rico em minerais. Clima cálido e desértico.
- Cuyo: Região andina de montanhas férteis apropriadas à cultura da vinha, com abundantes fontes de águas minerais e termais. Clima temperado.
- Patagônia: É um planalto localizado ao sul do país, cuja paisagem é dominada por lagos, bosques e geleiras. Clima frio e úmido.

Fronteiras e Pontos Extremos

A área total de fronteiras é de 9376 km, que tocam cinco países vizinhos: Chile, Bolívia, Paraguai, Brasil e Uruguai. A maior fronteira é com o Chile (5150 km), ao longo de toda a Cordilheira dos Andes. Ao norte limita com a Bolívia e o Paraguai, e o extremo meridional está na confluência dos rios Grande (província de San Juan ) e rio Mojinere (província de Jujuy). Ao sul limita com o Chile e o Oceano Atlântico, sendo que o extremo austral é o Cabo San Pío, situado na Ilha Grande (província de Tierra del Fuego, Antártida e Islas del Atlántico Sur). A leste limita com o Brasil, o Uruguai e o Oceano Atlântico. O ponto extremo oriental está localizado no nordeste do município de Bernardo de Irigoyen (província de Misiones). A oeste limita com o Chile. O ponto extremo ocidental está localizado entre o Cerro Agassis e o Cerro Bolados, no Parque Nacional Los Glaciares (província de Santa Cruz).

Economia

Área A Argentina é a segunda maior economia da América do Sul e juntamente com o Brasil, Paraguai e Uruguai, faz parte do Mercosul.

Principais produtos de exportação

Possuindo um dos solos mais férteis do mundo (Pampa), destaca-se na alta produtividade de grãos. Principalmente trigo,15 milhões de toneladas, a de milho, 19 milhões de toneladas e a de soja, 18 milhões de toneladas. Seguidos da produção de erva-mate, aveia, cevada, girassol, batata, algodão.

Pecuária

A pecuária é de extrema importância para a economia argentina. A carne de vaca e a lã produzidas no país situam-se entre as melhores do mundo, cabendo menção às técnicas de refrigeração e processamento de carnes e seus subprodutos. A produção anual de carne é de aproximadamente 3 milhões de toneladas. O rebanho argentino conta com cerca de 49,5 milhões de bovinos e 13 milhões de ovinos. A produção anual de lã é estimada em 62 mil toneladas.

Pesca

A produção anual pesqueira argentina é de aproximadamente 1,2 milhão de toneladas, destacando-se a pesca de merluzas e lulas.

Demografia

A população atual da Argentina é de cerca de 38,6 milhões de habitantes, constituída por descendentes de espanhóis, italianos, em cerca de 85% e dos povos indígenas: cerca de 14,5% de mestiços e 0,5% de indígenas. A metade da população do país concentra-se na província de Buenos Aires e na Capital Federal. A quase totalidade da população (85%) é de raça branca, com uma importante participação da imigração européia no começo do século XX (principalmente espanhóis e italianos), mas também ingleses, alemães, franceses e eslavos, e de países limítrofes e orientais nas últimas décadas.

Idioma

O idioma oficial é o espanhol (ou castellano, como os argentinos preferem chamá-lo). Em Buenos Aires, adota formas do lunfardo, gíria do âmbito portenho. Algumas línguas indígenas também são faladas no interior do país, como o araucano, o guarani ou o quíchua.

Religião

Há ampla liberdade de culto e a grande maioria da população (92%) segue a religião Católica. Protestantes 2%, Judeus 2%, outras 4%.

Nível de Vida

Tradicionalmente, a Argentina é indicada como um dos países latino-americanos com melhor nível de vida. No entanto, devido à prolongada crise econômica, política e social que assolou o país recentemente, os indicadores sociais sofreram uma notável deterioração. A tradicional classe média argentina é hoje uma franja mais reduzida da população, dado o aumento no número de novos pobres. Apesar da tristenjuntura, a Argentina continua podendo ostentar um bom sistema educativo (a educação primária, por exemplo, é gratuita e obrigatória para crianças entre 6 e 14 anos), uma baixa taxa de analfabetismo, entre outros indicadores favoráveis.

Principais Indicadores Sociais


- Esperança de vida ao nascer: 75,24 anos (homens 71,56; mulheres 79,06) (2005)
- Taxa de fertilidade: 2.3 filhos por mulher (2005)
- Mortalidade Infantil: 14,4 por mil nascidos vivos (2004)
- Taxa de analfabetismo: 3,1% (2001) (definição: pessoas com 15 anos ou mais que não sabem ler e escrever)
- Universidades públicas: 37 (1999)
- Universidades particulares: 49 (1999)

Cultura

A Literatura Argentina tem nomes de expressão universal, sobressaindo-se os nomes de Jorge Luis Borges, Julio Cortázar, Domingo Faustino Sarmiento, Adolfo Bioy Casares, entre outros. Argentinos e brasileiros adotam em geral uma postura competitiva um para com o outro, seja no futebol, na economia etc. O Futebol é o principal esporte da Argentina, seguido pelo Automobilismo e Rugby. O maior rival da seleção argentina de futebol (conhecida como "La Albiceleste") é o Brasil. Os clubes de futebol mais populares da Argentina são o Boca Juniors, o River Plate, o Racing, o Independiente e o San Lorenzo. O maior nome do futebol argentino é Diego Maradona. Outros grandes jogadores foram Mário Kempes, Alfredo di Stefano e Raimundo Orsi. Já a seleção argentina de rugby é conhecida como "Los Pumas". O maior nome do automobilismo argentino é Juan Manuel Fangio.


- Guerra das Malvinas
- Lista de países


- [http://www.presidencia.gov.ar/ Página da Presidência da Nação Argentina] Categoria:Países da América do Sul Categoria:Argentina fiu-vro:Argentina ja:アルゼンチン ko:아르헨티나 ms:Argentina simple:Argentina th:ประเทศอาร์เจนตินา

Paraguai

O Paraguai é um país do centro da América do Sul, limitado a norte e oeste pela Bolívia, a norte e leste pelo Brasil e a sul e oeste pela Argentina. Capital: Assunção. O Paraguai é um dos dois países da América do Sul que não possui uma saída para o mar, sendo o segundo a Bolívia.

História

Os primeiros colonos espanhóis chegaram ao Paraguai no começo do século 16. A cidade de Assunção, fundada em 15 de agosto de 1537, logo se tornou o centro de uma província nas colônias espanholas na América do Sul. Em 15 de maio de 1811, o Paraguai declarou a sua independência. Com um rápido crescimento econômico e militar nos anos que prosseguiram à independência, o Paraguai tornou-se um país auto-suficiente, e uma potência regional no continente, e despertando o desprezo do Império Britânico. A Guerra do Paraguai, entre 1865 a 1870, e contra a Tríplice Aliança, composta pela Argentina, Brasil e Uruguai, apoiados economicamente pelo Reino Unido. Esta guerra foi motivada principalmente pela ambição paraguaia de uma saída para o mar, que no final acabou custando não somente todo o crescimento então alcançado, mas como também a morte de dois terços da população do sexo masculino e perda de territórios, em grande parte, para a Argentina. A economia paraguaia ficaria estagnada pelos próximos 50 anos. Tropas bolivianas invadiram o Paraguai em 1932, desencadeando a Guerra do Chaco, (1932-1935), e culminando com vitória paraguaia e a anexação do Chaco ao país. Desde 1989, quando o regime militar de mais de 35 anos de Alfredo Stroessner teve fim, o Paraguai têm sido governado por presidentes eleitos democraticamente. Os maiores desafios do Paraguai desde então tem sido a crescente instabilidade política e a corrupção em alta.

Política

O governo ditatorial do Paraguai foi fundamentalmente mudado pela constituição de 1992, que garante a divisão dos poderes. O presidente e o vice-presidente são eleitos sobre o mesmo cargo pelo voto popular para um mandato de cinco anos. O presidente é o chefe de Estado, assumindo o poder executivo e chefe do governo, nomeando, depois de sua eleição, o seu gabinete de ministros. O parlamento (Congresso) é bicameral e está formado pela Câmara dos Deputados (câmara baixa) que é composta de 80 deputados e o Senado de 45 membros. As eleições para o Congresso se celebram em listas fechadas simultaneamente com a eleição presidencial (não se aplica o voto por cada candidato a deputado ou senador senão por uma lista apresentada por cada partido político). Os deputados se elegem por departamento enquanto os senadores se elegem em nível nacional, ambos para mandatos de cinco anos. Cada um dos 17 departamentos do Paraguai é administrado por um governador popularmente eleito. O tribunal mais alto do poder judiciário do Paraguai é a Corte Suprema. O Senado e o presidente selecionam os seus nove membros sobre a base de recomendações de um conselho de magistrados (Conselho da Magistratura) segundo a constituição criada de 1992. Uma particularidade paraguaia é sua bandeira, que destaca um brasão ligeiramente diferente sobre o lado reverso.

Subdivisões

Geografia

A paisagem paraguaia consiste em planícies cobertas de erva e colinas arborizadas na região leste do rio Paraguai que divide o país em duas metades de terra. Na região a oeste do rio, mais precisamente no Grande Chaco, se destacam as planícies baixas, pantanosas à beira do rio e friccionadas secas florestais e espinhosas no extremo oeste, na fronteira com a Bolívia. O ponto mais alto é Cerro Pero (Cerro Três Kandu) com 842 metros